Aqui começa a minha jornada, no mundo maravilhoso do sentimento de SER "Simplesmente Avó"

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Sempre é bom criança praticar algum tipo de esporte. Porque criança deve praticar esporte? Para evitar o sedentarismo e favorecer o desenvolvimento psicomotor.

Por terem que dedicar tempo ao trabalho, à vida pessoal e à tarefa de ser mãe, as mulheres deixam os filhos passarem horas em frente ao computador ou ao vídeo game. E preocupante consequência dessa situação é o sedentarismo e, logo, a obesidade infantil.

Não importa qual a modalidade, a atividade esportiva na infância é fundamental para um crescimento saudável e ainda oferece benefícios ao corpo e à mente.

Seus pais escolheram o Judô, porque você já tinha tido aula experimental na escola e gostou e alguns coleguinhas também aderiram.

Um dos fatores mais procurados no judô é a disciplina, principalmente pela modalidade ser regida por um Código Moral que visa o cumprimento e o fortalecimento da perspectiva filosófica na prática da modalidade e fazer com que os praticantes evoluam como pessoas. Esse código é baseado em oito princípios básicos.

  • Cortesia, para ser educado no trato com os outros;
  • Coragem, para enfrentar as dificuldades com bravura;
  • Honestidade, para ser verdadeiro em seus pensamentos e ações;
  • Honra, para fazer o que é certo e se manter de acordo com seus princípios;
  • Modéstia, para não agir e ou pensar de maneira egoísta;
  • Respeito, para conviver harmoniosamente com os outros;
  • Auto controle, para estar no comando de suas emoções;
  • Amizade, para ser um bom companheiro e amigo.

Os benefícios da prática do judô pelas crianças, são inúmeros:

– Desenvolvimento das habilidades motoras básicas. Uma das regras mais importantes na hora de praticar o judô é aprender a cair corretamente. Isso evitará muitas lesões durante as aulas e também fora delas.

– Favorece o desenvolvimento do aparelho motor.

– Desenvolvimento de força, coordenação, velocidade, flexibilidade e equilíbrio da criança.

– Autoconhecimento e domínio do seu próprio corpo.

– Desenvolvimento do seu poder de autocontrole.

– Estimulação do pensamento tático. A velocidade do esporte obriga a criança a tomar decisões rápidas e decisivas em diferentes situações que seu oponente a coloca, e vice-versa.

– Apesar de ser um esporte de contato, transmite e ensina muitos valores às crianças: tolerância, motivação, autoestima, educação, companheirismo, solidariedade e trabalho em equipe.

– Motivação. Quanto mais a criança se esforça para realizar os movimentos corretos e adquire disciplina e habilidades, tão importante nesse esporte, ela avança um grau, simbolizado por cores das faixas.  (fonte: guiainfantil)

Olha só!

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Se desenvolvendo muito bem e cada vez mais linda, minha princesa. Você ficou viciada no “bubu” (chupeta), está toda independente querendo segurar a mamadeira sozinha e reclama quando alguém vai tomar, mas cansa não é Ciça? rsrsrs

Está numa fase ótima, começando a entender o mundo à sua volta e agora então, já no finzinho do quarto mês, que descobriu o pezinho só anda com ele na boca 😀 porque a boca é o principal instrumento do bebê para conhecer o mundo. Ela discrimina consistência, volume, texturas dos objetos, das pessoas e até das partes do corpo do bebê. Começou a virar o corpinho para o lado e até vira e desvira, roda na cama feito um piãozinho 😀 também começou a emitir os arrulhos ou balbucios. Sua mãe diz que você faz o som de uma motoca …kkk

Daqui por diante está na fase boa para mamãe ler para você. A leitura ajuda a desenvolver o ouvido para a cadência da língua — aliás, variar o tom da voz, usar sotaques ou cantar torna o laço auditivo entre a mãe e seu filho muito mais estimulante.

Algumas fotos dessa fase…

Visitinha na casa da Dinda, com meu priminho Arthur.

Visitinha na casa de tia Cadinho.

Mamãe me bota para assitir Bita, enquanto faz minhas coisinhas….

 


Pois é, aportamos nesse planeta ainda inocentes das habilidades dos humanos em superar problemas, dificuldades, inerentes ao desenvolvimento do SER. Uns com mais, outros com menos, mas ninguém escapa!

É na fase da primeira infância onde os pais se deparam com as possíveis doencinhas dos seus filhos, ainda devido a pouca imunidade que eles têm e aos órgãos estarem em desenvolvimento e adaptação ao mundo cheio das bactérias e vírus naturais, mas que geralmente não sabem lidar com os mesmos, principalmente os pais de primeira viagem, como costumamos dizer.

E você, minha netinha querida Helena, infelizmente foi pega por esse tal de vírus, que desenvolve dificuldades no trato respiratório, o que os médicos chamam “Bronquiolite”.

Foram dias de aflição e preocupação para todos nós, precisamente uma semana internada num hospital pediátrico, acompanhada dia e noite por seus pais, mas a minha fé nunca falhou e orava daqui todos os dias por sua breve recuperação. Deus é bom todos os dias, você já está ótima!

Aproveito para passar mais informações, para os que lêem o blog e tem filhos ou netos pequenos, sobre a Bronquiolite, que muitos confundem com a Bronquite.

A bronquiolite é uma infecção nos bronquíolos, ramificações dos brônquios que levam oxigênio aos pulmões. Em geral, sua causa é o vírus sincicial respiratório (VSR), que ataca principalmente crianças até os 2 anos de idade. Essa invasão propicia um excesso de muco nos tubinhos por onde o ar passa, comprometendo a captação de oxigênio. Entre os sintomas, o bebê fica com dificuldade para respirar.

Os pequenos são as vítimas preferenciais da bronquiolite, porque seu sistema imune ainda não está maduro para combater direito o agente viral. O VSR é altamente contagioso – ele é transmitido pelo ar, por toque e mesmo por objetos contaminados.

Os sintomas são muito parecidos aos da gripe: coriza, febre baixa e tosse estão entre eles, mas há também um ruído no peito. Esses podem ser minimizados com bastante repouso e ingestão de líquido.

Essa infecção, aliás, é uma das principais causas de internação entre crianças que ainda mamam. Se a bronquiolite não for tratada, pode provocar desidratação, insuficiência respiratória e evoluir para pneumonias, quando outras áreas dos pulmões são afetadas por micro-organismos.

Quando mais cedo for detectada a infecção nos bronquíolos, mais rápido e eficaz será o tratamento. Ao surgirem os primeiros sintomas, é importante levar a criança ao pediatra ou hospital. O exame físico, somado a testes complementares como raio x do tórax, confirma o diagnóstico. A hidratação e a amamentação fecham o plano de recuperação do bebê.

Adultos e crianças maiores contraem bronquite; os bebês, bronquiolite. Pelo fato de seu aparelho respiratório não estar totalmente desenvolvido.

RECOMENDAÇÕES:

Evite, ao máximo, a presença de fumantes perto da criança;

Faça com que o bebê repouse e tome bastante líquido;

Vaporizações podem aliviar os sintomas;

É indispensável o acompanhamento médico num caso de bronquiolite

Fontes: saudeabril; drauziovarela


Amor, muito amor… essa é a definição de seus oito meses de vida junto a nós, completados em 05/05/2019.

Tantas coisas novas você já aprendeu…bater palminhas, dar tchau, jogar beijos, chamar da-dai, ma-ma e eu daqui de longe só acompanhando o seu progresso e graças à tecnologia vamos nos vendo de vez em quando através de vídeos chamadas ❤ 😀

E como toda a criança nesse período infantil, você também passou por seus dias de primeiros enfrentamentos das gripes e alergias em alguma fruta, naturais para quem ainda não está com a imunidade totalmente completa, pois ainda está se equipando com os anticorpos necessários para o combate a essas coisas do mundo aqui fora. Mas, são coisas naturais da vida e você continua linda e esperta!

E para celebrar os seus oito meses, toda a sua familia estava reunida, só faltou alguns membros, inclusive eu, porque estou tão distante, mas curti tudo mesmo assim!


Quando uma avó vê seu neto pela primeira vez, floresce como pessoa, evolui como ser humano e as emoções se intensificam até alcançar um nível indescritível. Não importa se é seu primeiro ou oitavo neto. Todos são jóias de um lindo colar, tesouros de uma nova geração que são paparicados com muito amor.

Uma das coisas que muitas pessoas podem sentir quando, de repente, chega o primeiro neto é que acabam de entrar no outono das suas vidas. Já sou tão velha como dizem? O simples fato de que meus filhos já têm filhos significa que sou “uma senhora”? De forma alguma.

É comum que se perguntem como delimitar cada espaço em que estão inseridas, e cada responsabilidade que possuem. Elas sabem e entendem que seu papel não é o de “criar” ou de “educar”, esse aspecto já deixaram para trás, são tarefas dos pais. As avós de hoje em dia querem apenas uma coisa: ser esse apoio emocional e essa conselheira disponível, amável e mediadora na vida do recém-nascido.

A máxima aspiração de qualquer avó é ganhar o coração dos netos. Ela deseja ocupar para sempre um pedacinho muito especial do seu interior, quer passar o máximo de tempo possível com eles, mas sabe e entende que sua parcela restante de vida é, obviamente, mais limitada que a de seus netos.

Assim, uma das suas tarefas é a de transmitir uma educação baseada nas emoções, no reconhecimento, na força de um vínculo que deve acompanhar para sempre, seu ou seus netos, que serão os adultos do futuro. A avó vai renascer como o melhor modelo, uma pessoa que inspira, que dá bons conselhos, que permite crescer sem punir, que cultiva a esperança, que é o abraço de todos os dias, a mão que acaricia, o presente dado às escondidas e aquele eterno sorriso de cumplicidade.

Adaptado do Texto de Éres Mamá


Entre muitas noites sem dormir (sim, porque bebê nesse período acorda de hora em hora para mamar e também tem as cólicas e gases – mas nesse quesito você usou muito o colic calm, santo remédio!), fiquei em tempo integral babando minha neta e também dando o apoio necessário para esse período tão delicado.

Você, Ciça para uns, Ceci para outros, está crescendo lindamente e nós só temos é que agradecer a Deus pela dádiva e permissão de tê-la no nosso convívio. Te esperamos há tanto tempo e finalmente você está aqui. Seja bem vinda e seja a luz das nossas vidas! Ainda não consigo acreditar que você veio, parece um sonho e eu fico toda boba!

Sua vovó lavava e passava suas roupinhas, ajudava sua mãe nas noites lonnngassss, quando ela só apenas cochilava, ainda ficava monitorando os remédios dela e com um olho aberto e outro fechado para não esquecer de alguma coisa…rsrsrsrs porque do horário de você comer era impossível esquecer, pois você abria o bocão 😀

Sem contar que quando chorava sem parar lhe pegava no colo e ia dançar e cantar até você dormir.

Seu primeiro mensário chegou e eu estava lá. Então vamos aos registros fotográficos.

Mas chegou a hora da vovó voltar para casa e o coração doia já de saudade e ainda dói, mas é a vida que segue e temos a tecnologia a nosso favor. Voltei uns dias antes de você completar 2 (dois) meses.

 


Na realidade essa postagem deveria sair antes da do “introdução aos alimentos sólidos”, mas como a vovó se atrapalha de vez em quando 😀 vale assim mesmo, porque o propósito é registrar os acontecimentos para quando você crescer ler..rsrsrs

Ahh Helena, quando fecho os olhos vejo seu “calundú” para tomar a mamadeira. Eu e Cláudia, a diarista, fazíamos malabarismos. Eu tinha que ficar pulando e fazendo graça na sua frente para você se enterter e tomar umas goladas kkkkk, como estava dificil, tentamos dar no copo, na colher, foi quando Cláudia descobriu a seringa. E foi na sua seringa de medicamentos que você tomou seu leitinho. Até na creche as meninas tinham que fazer movimentos na sua frente para você aceitar. Entendo, não é? é dificil mesmo essa adaptação, saindo do quentinho do peito para um “negócio” de plástico!  Mas a mamadeira tinha que ser introduzida, e aos poucos, com a ajuda da “Galinha Pintadinha” você foi se acostumando. Santa Galinha Pintadinha, como faz efeito de acalmar 🙂

Agora, sua mãe me disse que vc já toma numa boa! Até seu pai lhe dá a mamadeira e você não reclama mais ❤

Fiz esse vídeo da última vez que fui lá na creche e também tem registrado seu papai lhe dando mamadeira.

 

 

 



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