Aqui começa a minha jornada, no mundo maravilhoso do sentimento de SER "Simplesmente Avó"

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O tema do meu aniversário foi Lhama

No post anterior mencionei o aniversário de Ceci, mas quis dá um destaque especial, assim como fiz com meus dois outros netos, um post separado para mostrar as fotos. Como esse é um blog construído com a finalidade de registrar momentos das etapas de vida, para ser acessado posteriormente por eles, quando crescerem, tipo uma espécie de boletim, então vamos lá! Eu mesma, me pego às vezes, sentindo falta de conhecer ou ver fotos de todos os momentos da minha infância, os quais alguns lembro e outros não, mas entendo que naquele tempo nem sempre isso era possível, dependíamos daquelas máquinas fotográficas que eram cobertas por um pano e acionada uma manivela para depois revelar, quem lembra? 🙂

O tema do aniversário foi Lhama parente da alpaca, mas eis aqui a diferença: Suas orelhas: as orelhas de alpaca são curtas em forma de lança, enquanto lhamas têm orelhas muito mais longas em forma de banana. Lhamas geralmente também não têm tanto cabelo na cabeça e rosto quanto as alpacas. A decoração teve todos os elementos da cultura peruana, então foram enfeites de cactus, bonecos com roupas características, latinhas de doces, tudo predominando a cor verde pastel. Foi uma festinha pequena, para amigos próximos e familiares, mas muito aconchegante, com a decoração por conta da mamãe, da tia Mila,(@felicitart_eventos) e da mana Naile (@argoloss), com lembrancinhas elaboradas por @adasduas e a discoteca produzida pelo papai (sim, teve discoteca também e você se divertiu foi muito, tentando pegar as luzes que piscavam).

Já fui para o chão, sem sapatos e me divertindo com as luzes.

Vovó já gosta de uma selfie …rsrsrs

Com papai, começando a entrar no ritmo!

Vovó também estava vestida numa camisa com estampa da Lhama 🙂

Essa orelha da Lhama na camisa da vovó está muito esquisita…rsrs


Chegada – vista aérea de Salvador

E mais uma vez cruzei o oceano para estar perto dos meus! Isto já se tornou rotina anual em minha vida, não imaginando que dessa vez seria diferente, nem sonhando que retornaria antes do previsto e nem sabendo quando iria poder voltar novamente! Dessas surpresas da existência, que nos dá cada vez mais a certeza que o aqui e agora é o momento certo para desfrutar tudo o que pudermos, pois o futuro é sempre incerto e o controle de tudo está nas mãos de Deus. Nós, seres humanos, é que temos a mera tolice de achar que podemos controlar a nossa vida e a do outro, ledo engano!

Bem, além de vir para cumprir com a minha obrigação como cidadã aposentada de “provar que estou viva” (todo ano tem isso, né?  🙂 senão eles retêm seu benefício), ainda era época do aniversário da minha neta caçula e meu planejamento de fazer uma comemoração à capricho para os 90 anos da minha mãe (o que não foi possível).

Lá estava eu bem feliz, revi meus netinhos amados, meus filhos, pais, família, alguns amigos e ainda cheguei bem em cima da hora para o aniversário de Cecília, com registro de muitas fotos.

Momentos inesquecíveis vividos com meus netos, momentos esses que tento absorver toda a energia radiante para me nutrir e sinto por eles um amor inexplicável e sem limites! Tive a sorte de acompanhar as minhas netas Cecília e Helena nas suas primeiras experiências nas respectivas escolinhas, dividindo o tempo com a adaptação das duas.

Com Arthur:

Momento ternura

Mais ternura

Grudinho – na exposição de arte Eliana Kertész

Com a mamãe e a vovó, na exposição de artes Eliana Kertész

Porque avó tem que brincar de tudo….

Com Helena:

No dia da chegada da vovó..opa, quero ficar dentro dessa mala!

Pensamento, pensamento ….

Com a mamãe e a vovó, na exposição de artes Eliana Kertész

Que delícia! Fomos ver o mar…

Com Cecília:

Comemorando seu primeiro aninho…Com papai e mamãe!

Com a vovó, na cachoeirinha, Conde. Tinham que me colocar nessa onça!

Um dia de muita diversão, na Cachoeirinha, em Conde. Eu me esbaldei com a vovó naquela água fria.

Depois fui para o Conde, minha terra natal, onde tinha um planejamento em andamento da construção da casa nova de meus pais (fui fazer orçamentos, providenciar materiais, regularizar documentação e acompanhar as obras, coisas que sempre sobram para o filho mais velho, neste caso eu). Permaneci por lá a maior parte do tempo, porque também estava nos meus planos a celebração dos 90 anos de minha mãe, chegaram até algumas irmãs dela que moram no Rio de Janeiro e já tinha comprado coisas para a festa, mas veio o COVID-19 e todos os planos foram por água abaixo. Foi tudo muito rápido, de repente começaram as restrições e quarentena e as fronteiras e aeroportos começaram a serem fechados. Então, meu vôo de retorno que era para ser no final de março, teve que ser antecipado para o meio de março, porque se não aproveitasse o último dia que a companhia aérea me deu para sair, não poderia mais retornar tão cedo. Tinha marido convalescendo de uma lesão na coluna vertebral, resultado de um acidente automobilístico que tivemos em set/2019 e que também precisava de mim por perto naquela ocasião, já que tinha limitação de movimentos. Voltei, mas que sufuco a volta! Além de mofar no aeroporto de Salvador por dois dias, sendo que fomos colocados em hotel até normalizar, com vôo atrasado e cancelado, esperando eles arranjarem outro vôo para me alocar, tive que passar pelos aeroportos mais contaminados pelo COVID, naquela época, o de São Paulo e Nova Iorque, mas não tinha alternativa, pois foi o que acharam. A máscara tinha que trocar a cada três horas, enquanto estava no aeroporto. Deixei para usar a melhor, mais resistente, dentro do avião, pois a viagem seria longa. Tensão, mais alívio quando cheguei. Só que dias depois fui acometida de uma infecção respiratória, com muita secreção, sem nenhuma outro sintoma, mas mesmo assim fui ao médico, o que lógico, me enviou para fazer o teste do COVID 19, não só por causa da tosse, mas por ter chegado de uma viagem internacional. Dias de nervoso e tensão, mas graças a Deus o resultado veio negativo e dias depois já estava bem e sem mais nenhuma secreção.

Se não bastasse isso, semanas depois fiquei daqui angustiada pois a minha cidade natal, onde moram meus pais, foi totalmente alagada por uma grande enchente do rio Itapicuru, que corta a cidade, deixando muitas pessoas desabrigadas, mas a casa dos meus velhinhos não foi atingida e hoje eles já moram na construção nova, com mais conforto e segurança.

Assim é a vida, cheia de altos e baixos.


Fiquei muito tempo afastada das postagens por várias razões, mas pretendo ir retomando de onde parei gradativamente.

Nada foi publicado desde novembro de 2019 e para não fugir à cronologia, deixo aqui registrado para vocês meus pequenos netinhos, um breve resumo dessa data comemorativa que é o Natal.

Arthur, como já é maiorzinho, tem já a sua estrutura emocional voltada para a história do “Papai Noel”, não fugindo às tradições da carta que faz para o bom velhinho e da expectativa para a chegada do presente almejado. Quando este é acima da expectativa, os pais explicam que talvez Noel não possa atender àquele pedido, mas ele sempre tem uma alternativa mais acessível. Ele prepara o leite e os “cookies” para o bom velhinho antes de ir dormir…uma gracinha. Agora, por incrível que pareça, nesse 2019 esqueceram de tirar uma foto tradicional dele na ceia e até mesmo com o personagem do Papai Noel, como é de costume.. 🙂

Detalhe da carta: Avisou logo que estava no Conde…kkkkk…vai que o Papai Noel esquece disso e não consegue entregar o presente! 🙂

Essa foto pelo menos tinha o pisca-pisca do natal…rsrsrs… Letreiro de SALVADOR, lá no Farol da Barra

Helena e Cecília ainda não entendem essa tradição, mas curtem com as famílias e logo, logo vão estar fazendo seus “pedidinhos” também.

CECÍLIA

Ceci visitou o Papai Noel duas vezes…rsrsrs…mas nessa, ela não gostou muito não!

Aqui já está mais amigável…rsrs, mas ainda assim, desconfiada!

Com os pais e o sobrinho, antes de ir ver o Papai Noel…rsrsrs

Já estão me fantasiando…rsrs

Pronto… toda paramentada!

Hora do amigo secreto!

HELENA

Com a mamãe, fui ver a decoração do Natal!

Com meus pais, feliz da vida, no shopping, vendo a decoração natalina!

Também não quero saber desse Papai Noel não…kkkk

Olha eu aqui!!!

Encantada com tantas luzes, lá no Campo Grande…

Ahhh e para completar teve ainda o Natal Solidário, com as famílias residentes na nossa área rural. Tudo isso na casa da roça da vovó!

Natal na roça, com família reunida e moradores daquela área rural.

Os patriarcas, Raimundo e Benta, na frente do grupo!

 

 


Suas coisas todas preparadas com muito carinho por sua mamãe. Enfeites, armário e bercinho e outras coisinhas que todo bebê precisa já estavam lhe esperando para você começar a sua rotina.

Ainda teve uma surpresinha deliciosa de boas vindas, organizada pela turminha de casa. Um coração feito de bolas! Pena que elas começaram a sair do lugar quando entramos, porque abriram a janela logo, mas vovó tentou ajeitar e colocar você no centro para as fotos ❤ 🙂


Cheguei ao Brasil para acompanhar e dá apoio a minha filha mais nova, na espera da nossa Cecília. Foram dias ansiosos e sobretudo angustiantes, devido ao fato de ela ser portadora de trombofilia, embora em nível baixo, mas que não deixou de ser preocupante. A cada desconforto dela no final da gestação era sinal de alerta e como o médico já tinha marcado a cesária antes para ter segurança que ela não entraria em trabalho de parto, qualquer sinal era motivo de alarme 🙂 não que não pudesse ter parto normal, mas seria mais complicado, porque teria que ter o médico que a acompanhou à disposição e que já tinha todo o histórico de como proceder, mesmo porque a Heparina (Clexane), injeção que ela tomava todos os dias na barriga, teria que ser interrompida 24 horas antes e como prever a hora certa se fosse esperar o parto natural? Foi mais por questão de segurança. No entanto, a menina Cecília deu sinais que já queria sair! A cesariana estava marcada para dia 17/01, pela manhã, e o médico pediu para ela parar a injeção dia 14, pois os primeiros sinais de contração começaram.. Qual não foi a nossa surpresa, quando à noite do dia 14/01 o tampão foi expelido e tivemos que correr para o hospital, com receio que a criança nascesse de parto natural, sem a presença do médico (que estava de plantão em outro hospital e não conseguíamos falar com ele)!

Ficamos a noite toda no hospital, porque rapidamente ela já estava com 5 cm de dilatação e nada de conseguir contactar o médico. Nossa, que sufuco! Finalmente, por volta das 8;30 horas do dia seguinte, 15/01, conseguimos falar com ele, que foi imediatamente para o hospital e àquela altura ela já estava há 8 horas com o Cloxane suspenso (que é o tempo mínino que o anestesista pediu para poder dá a anestesia). Foram momentos de muita tensão, mas graças a Deus deu tudo certo e a nossa Ceci veio ao mundo às 11:53 horas, com 3.810 quilos, medindo 51 centímetros.

Maternidade

Nascimento

Família

Hora de ir para casa

Me aprontando para ir embora

Pois é, dizem que vermelho é a cor da sorte para os recém-nascidos!



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