Aqui começa a minha jornada, no mundo maravilhoso do sentimento de SER "Simplesmente Avó"

Arquivo da categoria: Helena

Quando uma avó vê seu neto pela primeira vez, floresce como pessoa, evolui como ser humano e as emoções se intensificam até alcançar um nível indescritível. Não importa se é seu primeiro ou oitavo neto. Todos são jóias de um lindo colar, tesouros de uma nova geração que são paparicados com muito amor.

Uma das coisas que muitas pessoas podem sentir quando, de repente, chega o primeiro neto é que acabam de entrar no outono das suas vidas. Já sou tão velha como dizem? O simples fato de que meus filhos já têm filhos significa que sou “uma senhora”? De forma alguma.

É comum que se perguntem como delimitar cada espaço em que estão inseridas, e cada responsabilidade que possuem. Elas sabem e entendem que seu papel não é o de “criar” ou de “educar”, esse aspecto já deixaram para trás, são tarefas dos pais. As avós de hoje em dia querem apenas uma coisa: ser esse apoio emocional e essa conselheira disponível, amável e mediadora na vida do recém-nascido.

A máxima aspiração de qualquer avó é ganhar o coração dos netos. Ela deseja ocupar para sempre um pedacinho muito especial do seu interior, quer passar o máximo de tempo possível com eles, mas sabe e entende que sua parcela restante de vida é, obviamente, mais limitada que a de seus netos.

Assim, uma das suas tarefas é a de transmitir uma educação baseada nas emoções, no reconhecimento, na força de um vínculo que deve acompanhar para sempre, seu ou seus netos, que serão os adultos do futuro. A avó vai renascer como o melhor modelo, uma pessoa que inspira, que dá bons conselhos, que permite crescer sem punir, que cultiva a esperança, que é o abraço de todos os dias, a mão que acaricia, o presente dado às escondidas e aquele eterno sorriso de cumplicidade.

Adaptado do Texto de Éres Mamá

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Na realidade essa postagem deveria sair antes da do “introdução aos alimentos sólidos”, mas como a vovó se atrapalha de vez em quando 😀 vale assim mesmo, porque o propósito é registrar os acontecimentos para quando você crescer ler..rsrsrs

Ahh Helena, quando fecho os olhos vejo seu “calundú” para tomar a mamadeira. Eu e Cláudia, a diarista, fazíamos malabarismos. Eu tinha que ficar pulando e fazendo graça na sua frente para você se enterter e tomar umas goladas kkkkk, como estava dificil, tentamos dar no copo, na colher, foi quando Cláudia descobriu a seringa. E foi na sua seringa de medicamentos que você tomou seu leitinho. Até na creche as meninas tinham que fazer movimentos na sua frente para você aceitar. Entendo, não é? é dificil mesmo essa adaptação, saindo do quentinho do peito para um “negócio” de plástico!  Mas a mamadeira tinha que ser introduzida, e aos poucos, com a ajuda da “Galinha Pintadinha” você foi se acostumando. Santa Galinha Pintadinha, como faz efeito de acalmar 🙂

Agora, sua mãe me disse que vc já toma numa boa! Até seu pai lhe dá a mamadeira e você não reclama mais ❤

Fiz esse vídeo da última vez que fui lá na creche e também tem registrado seu papai lhe dando mamadeira.

 

 

 


Toda criança precisa ser estimulada com cores, música, brinquedos para morder. Você sempre teve tudo isso, mas o brinquedo que você mais gosta é um que a tia Laura Mascarenhas lhe deu. Um tapete com vários brinquedos suspensos, que tem até um piano, ótimo agora para a sua nova fase de mocinha: já está sentando.

Importante também que a mãe leia historinhas para a criança desde a tenra idade. O cérebro recebe a informação e vai se desenvolvento cognitivamente. Sons relaxantes na hora de dormir também relaxam de um dia de atividades visuais.

Os pais e os profissionais de educação exercem uma influência ímpar no desenvolvimento da criança. A estimulação nesta fase é feita basicamente com brincadeiras e faz com que a criança aprenda melhor sobre si, o mundo em que a cerca, o espaço em que ela vive, seja na escola ou em casa. Reconhece os seus brinquedos, reconhece diferentes espaços e age conforme suas experiências neste espaço. Este grupo de atividades tonifica os músculos, ajuda o desenvolvimento psicoafetivos social do bebê e sua família.

A educação motora, além de contribuir para o desenvolvimento físico da criança, melhora o equilíbrio, ajuda o desenvolvimento do cérebro e é indispensável para a organização e reorganização do sistema nervoso, segundo os pedagogos. Os brinquedos e atividades relacionadas também incentivam o desenvolvimento de capacidades como a atenção, concentração, imaginação e observação.


Muito bem! Aos 6 meses a pediatra disse que o leite materno deixa de ser a única fonte de nutrição do bebê, que passa a ser apresentado a outros alimentos e eles foram introduzidos na sua dieta. Começou com as frutinhas, você está gostando de todas, mas da maçã parece que não é fã 🙂

Muito me surpreendeu, pois pensei que você ia fazer caras e bocas, mas pelo visto, adorou! Já comeu feijãozinho com carne e frango, puré de batata e de cenoura. Seu papai, como é um chef na cozinha, faz sua papinha deliciosa do fim de semana.

Os hábitos alimentares não são herdados, mas adquiridos. De maneira geral os novos alimentos devem ser introduzidos de forma gradual, para observar se a criança está tolerando bem a transição. Você não tolerou bem a banana, deu alergia, mas segundo os especialistas ela é comum e desaparece com um ano ou até antes. Logo a banana?? rsrsrs 🙂

Se lambuzando

Primeira comidinha sólida


Helena, tão doce e risonha como um anjinho, celebramos as suas conquistas e fases de crescimento com muita fofurice em uma só pessoa! Tive a alegria de estar presente em alguns dos mais recentes mensários (4º. 5º e 6º mês) e também alguns dias interagindo com você, porque esses são os momentos mais ricos para uma avó. Só o 2º e 3º mês que não estava presente e outros que virão, pois só vou lhe ver novamente quando você já estiver com 1 aninho.

Tomando “empresatado” as palavras de sua mãe, que disse quando você completou 7 meses: “foram várias etapas desde o primeiro nariz entupido, a primeira vez que se virou de lado para dormir, o primeiro sorriso, o primeiro banho dado por mim, as birras na hora do banho na banheira, o banho de chuveiro com mamãe, a primeira viagem, as vacinas, a sua ida a creche, a primeira fruta, o primeiro almoço, a ansiedade pro pescoço ficar “durinho” e agora já tá sentando, deitando, rolando e já querendo escalar! Todos esses momentos são importantes, alguns foram difíceis, em especial te deixar aos cuidados de outras pessoas, mas foram necessários e Deus iluminou que tudo ocorresse da melhor forma. Nosso melhor presente, com certeza, é estar presente em todos os momentos de sua vida, sempre ao seu lado!” (mamãe Anahi)

Registro de algumas fotos do quarto, quinto e sexto mês de vida.

1) Primeiro passeio fora de casa com papai e mamãe

Pelos arredores do Dique do Tororó

No Shoping, na tradicional foto com o Papai Noel

E vamos a um rolêzinho? rsrsrs

2) Quarto mensário: com as presenças do seu avó materno Rubén Navarrete, sua stepgrandmother Nilza, seu avô paterno Osvaldo Seixas, vovó Goreth, tio Luciano e tia Cado.

Com os avôs (materno e paterno)

Cantando os parabéns

Com a vovó Goreth

Apagando a velinha

Com papai, tio Luciano e tia Cadinho

3) Quinto mensário,  com papai e mamãe (e vovó tirando a foto)

Para não passar em branco…

4) Primeira viagem: e foi para o Conde, inaugurar o sítio da vovó Goreth.

Já dentro do carro… e lá vamos nós!

Uma paradinha no Outlet (para me alimentar)

Logo ao amanhecer, no sítio da vovó Goreth, com mamãe.

Gaiatice com tia Cadinho…

Com a Bisa

Com meu Biso, lá no Conde

Com tia Mila, no Conde

Tomando banho no meu patinho

Agora brincando com papai, no patinho…

Tia Mila cortando a minha unha e priminho Arthur iluminando…rsrs

5) Sorriso, pose, momentos com a voinha e dinda, primeira vez que sentou e primeiras papinhas.

6) Primeiro carnaval, um na creche e lá no Conde!


É, sua mamãe voltou a trabalhar e lá se foi você para a creche. Nos dias atuais e modernos essa é uma prática cada vez mais adotada por mães que estão no mercado de trabalho. Alguns podem até questionar, dizendo: “no meu tempo contratava-se uma babá”, mas será que hoje em dia dá para se confiar cegamente em ter alguém em casa que não se está familiarizado? Eu, particularmente, sou muito à favor da creche, que deve ser cuidadosamente observada e escolhida pelos pais. Por isso há o período de adaptação. As crianças se desenvolvem socialmente bem mais rápido, aprendem a ser mais independentes. O fato de estar exposta, na convivência com outras crianças, pode estar sujeita à possibilidade de adquirir mais vírus, mas isso é relativo, pois encerrada no casulo de casa, fica menos propensa a desenvolver a imunidade, tão necessária ao fortalecimento do organismo, pois uma hora ela vai ter que sair. Acrescentando que na creche tem profissionais capacitados em desenvolvimento infantil (fisioterapeuta, psicóloga, nutricionista etc) e as crianças estão sempre cercadas de várias cuidadoras.

Também estive presente nesse seu primeiro contato com o mundo da creche, nos dias de adaptação da primeira e um da segunda, que por sinal foi a creche do seu priminho Arthur.. Foi um pouco difícil porque você ainda não queria aceitar a mamadeira (claro, o que você conhecia era o seu peitinho..rsrs). Por questões da não adaptação à primeira creche, seus pais escolheram uma mais pertinho de casa, na qual vc se adaptou melhor e até elegeu Carol (uma das cuidadoras) como sua “best friend”, todas as vezes que fui lá você estava nos braços dela.

Vamos dá uma olhada nas fotos?

Na primeira creche

Na atual


Minha menininha sapeca, que só vive sorrindo, com a linguinha pontuda para fora (uma de suas marcas registradas, que amo, apesar de que nessas fotos não esteja mostrando rsrsrs), embora a vovó Goreth não tenha estado com você, seu primeiro natal foi cheio de alegria, com seus pais, sua outra avó, Del Carmen, mãe da sua mamãe, seu tio/dindo Ruben, tio Lu, tio Jayme e tia/dinda Nara. E você estava linda, vestida à caráter!

Fotos são lembranças que marcam os momentos para sempre!

 

 



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