Aqui começa a minha jornada, no mundo maravilhoso do sentimento de SER "Simplesmente Avó"

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Toda criança precisa ser estimulada com cores, música, brinquedos para morder. Você sempre teve tudo isso, mas o brinquedo que você mais gosta é um que a tia Laura Mascarenhas lhe deu. Um tapete com vários brinquedos suspensos, que tem até um piano, ótimo agora para a sua nova fase de mocinha: já está sentando.

Importante também que a mãe leia historinhas para a criança desde a tenra idade. O cérebro recebe a informação e vai se desenvolvento cognitivamente. Sons relaxantes na hora de dormir também relaxam de um dia de atividades visuais.

Os pais e os profissionais de educação exercem uma influência ímpar no desenvolvimento da criança. A estimulação nesta fase é feita basicamente com brincadeiras e faz com que a criança aprenda melhor sobre si, o mundo em que a cerca, o espaço em que ela vive, seja na escola ou em casa. Reconhece os seus brinquedos, reconhece diferentes espaços e age conforme suas experiências neste espaço. Este grupo de atividades tonifica os músculos, ajuda o desenvolvimento psicoafetivos social do bebê e sua família.

A educação motora, além de contribuir para o desenvolvimento físico da criança, melhora o equilíbrio, ajuda o desenvolvimento do cérebro e é indispensável para a organização e reorganização do sistema nervoso, segundo os pedagogos. Os brinquedos e atividades relacionadas também incentivam o desenvolvimento de capacidades como a atenção, concentração, imaginação e observação.


Como falei numa postagem anterior, minha filha teve retardamento da descida do colostro e também por causa do bico do seio plano, a bebê não conseguia pegar. Por causa disso, foi introduzida ainda no hospital, a fórmula, porque a criança tinha que ser alimentada de alguma maneira. Ela teria que fazer o estímulo dos mamilos ainda na gravidez, mas o médico disse que seria um risco, pois estimularia o útero e ela já tinha tido ameaças de perda, o que tomou medicação com hormônio para conter.

No entanto, ela estava frustrada porque não conseguia amamentar, chorava e andava muito nervosa por conta disso e também ao nível hormonal que está presente na mulher no puerpério. Foi então que minha filha do meio vendo essa aflição marcou consulta com uma clínica de amamentação, de nome CALMA, que indico a quem estiver passando pela mesma situação. Profissional excelente a que nos atendeu. Hoje, com três meses, Cecília já mama no peito e a mãe só recorre à complementação da fórmula em pouca quantidade e tem dias que nem precisa.

Vou mostrar a vocês como é o processo. Foram dias de aprendizado para mim.

  1. Logo na clínica, é ensinado como usar a sonda (que é a mesma sonda uretral, só que na espessura de 4ml) e como é a maneira correta de segurar o bebê no peito. Lá, não é incentivado você a comprar a sonda no consultório  (pois eles vendem), ao contrário, dizem onde você acha mais barato. Por nossa comodidade compramos lá mesmo. Nos foi dado, como cortesia, um soutien próprio de formação do bico/mamilo e emprestado uma concha de silicone para manter o bico.
  2. Na primeira etapa não é finalidade a estimular a produção do leite. É a fase da estimulação da formação do mamilo e enquanto isso (dá um prazo de 7 dias) ainda é preciso o uso da fórmula que é oferecida a princípio através do dedo, com a inserção da sonda (jamais usar a mamadeira). Para isso o dedo deve estar esterelizado, e unha cortada (lavado com sabão e depois passa álcool 70)
  3. Na segunda e última etapa, depois do mamilo já formado, o dedo é substituído pelo bico do peito, colocando a sonda neste. Daí a criança começa a sugar o peito, estimulando-o e assim a produção do leite vai se formando. À medida que o leite vai descendo, este se mistura com o da sonda que vem da mamadeira e o bebê é quem vai determinar as suas necessidades. Com isso, vai se diminuindo a quantidade do leite da fórmula, até esta não ser mais preciso. Vale ressaltar que para ajudar também a produção do leite, além da estimulação direta no peito, foram prescritos alguns fitoterápicos (que são totalmente naturais).
  4. No caso de Cecília, foi interessante, ela se condicionou a ter a sonda na boca para pegar o peito, na fase da remoção gradual deste recurso. Às vezes, a mãe tinha que colocar a sondinha para ela pensar que viria leite da mamadeira, quando só era o peito mesmo. Depois a mãe tira a sonda e ela mama numa boa. Agora ela já está acostumando a mamar sem a sonda, só quando, às vezes, começa a chorar porque largou o bico do peito a mãe engana e só encosta a sonda na boca que ela imediatamente começa a chupar novamete. Como é o ser humano, em? se condiciona facilmente, e começa desde que somos bebês!

Agora vamos à parte ilustrativa.

1. Técnica de amamentação, primeira fase: sonda no dedo

2. Técnica de amamentaão, segunda fase: sonda no peito

3. Amamentando já sem a sonda.


Não é nenhuma novidade que você gosta desses assuntos: natureza, astros, sistema solar, galáxias ..rsrsrs…eu fico boquiaberta, mas esse mês teve uma atividade da sua escolinha de mostrarem sobre isso em vídeo na sala de aula. Soube que você não desgrudava os olhinhos da tela e me supreendi com sua expressão de concentração. Olha só!

Registrando esse momento escolar, sobre a explosão solar.

 


Hoje vamos falar sobre esse problema, com informações que podem ajudar outras pessoas que passam por essa situação.

Trombofilia é muitas vezes um problema silencioso, que pode levar a complicações na gravidez e abortos de repetição. Com diagnóstico e tratamento adequado, porém, uma grávida com trombofilia tem grande chance de levar uma gestação saudável adiante.

O que é trombofilia?

Trombofilia é o nome genérico para um quadro variado de disfunções que provocam aumento da coagulação sanguínea e possível formação de coágulos (trombos), que podem entupir os vasos de sangue do corpo.

Esse bloqueio de um vaso sanguíneo recebe o nome de trombose e pode representar um risco sério para a gravidez e para a saúde da própria mulher. É por isso que gestantes com algum tipo de trombofilia precisam de uma gravidez bem monitorada e cuidada.

Isso não quer dizer, contudo, que gestações com trombofilia não possam prosseguir sem problemas.

Existem exames de sangue específicos para que o médico possa investigar um diagnóstico de trombofilia, embora eles não façam parte dos testes de pré-natal de todas as mulheres.

A investigação para trombofilia é iniciada quando há antecedente pessoal ou familiar próximo de trombose, também no caso de abortos de repetição anteriores ou ainda quando acontece a perda do bebê no segundo ou no terceiro trimestre da gestação, sem explicação.

Existem dois tipos básicos de trombofilia:

Trombofilia de origem hereditária (ou seja, histórico familiar de formação de coágulos ou de outros problemas vasculares). Se você sabe que alguém da família já teve complicações relacionadas à coagulação sanguínea, não deixe de mencionar para o médico e as outras pessoas que acompanham o seu pré-natal. A investigação pode ser feita com a ajuda de um geneticista.

Trombofilia adquirida (desenvolvimento de determinadas síndromes, como a síndrome antifosfolípide ou síndrome de Hughes, problemas pelo uso de medicação/hormônios, ou doenças crônicas como o lúpus, artrite reumatoide e doença de Behçet).

Qual o tratamento para trombofilia na gravidez?

Você não só pode como deve manter um tratamento para trombofilia durante a gravidez. O tratamento depende do tipo de trombofilia que você tem, mas, de modo geral, a recomendação é uso de medicamentos e maior acompanhamento da gravidez e do crescimento do bebê no útero.

Se você ainda não frequenta um especialista da sua confiança, o primeiro passo é ir a um hematologista (médico que trata de problemas sanguíneos) e discutir o seu caso e o seu histórico.

Normalmente são receitados remédios para afinar o sangue (o mais comum é a heparina) e evitar a formação de coágulos. Às vezes doses baixas diárias de aspirina também fazem parte do tratamento, assim como corticoides.

Muitas vezes o medicamento é aplicado na forma de injeções diárias. O processo é um pouco incômodo, mas a agulha é curtinha e você vai acabar se acostumando.

No caso de remédios de alto custo, existem programas de saúde pública que fornecem os remédios. Informe-se com seu médico ou numa unidade básica de saúde.

Quais os riscos da trombofilia?

Infelizmente, trombofilia não diagnosticada, não tratada e sem acompanhamento pode levar a uma série de complicações sérias na gravidez:
Pré-eclâmpsia e eclâmpsia
Aumento da pressão arterial
Crescimento intrauterino restrito
Aborto espontâneo
Morte súbita do bebê no útero (natimorto)

Por mais que assuste saber do problema, como foi dito acima, você pode acompanhar e tratar da trombofilia, para que tanto a sua saúde como a do bebê estejam bem.
Com tratamento, são inúmeras as histórias de sucesso de mulheres que tiveram bebês saudáveis.

Posso parar o tratamento depois que o bebê nascer?

Talvez você tenha que continuar com o tratamento depois que o bebê nascer, mas com a medicação modificada. Somente o médico pode avaliar, e cada causa de trombofilia tem uma orientação diferente de remédios.

Por causa da trombofilia, alguns tipos de pílula anticoncepcional e outros métodos contraceptivos podem ser perigosos para a sua saúde, por aumentar o risco de trombose e derrame. Sempre avise seu médico sobre a trombofilia antes de adotar um método anticoncepcional baseado em hormônios.

FontesBabyCenter ; blogcarololiva  e depoisdachegadablog

 

 

 


Na semana do filme “Divertidamente”, apresentado na escolinha, foi aproveitado para trabalhar com os sentimentos. Adoro esses métodos didáticos modernos, passando o aprendizado de uma forma lúdica.

Além disso, observo nos seus desenhos uma riqueza de detalhes que já exprimem o seu pensamento em tudo o que observa. Outro dia, acompanhei um pequeno vídeo seu onde você me mostrava através de um desenho feito na hora e me explicava o que era um eclipse solar. Vovó, é claro, ficou cheia de orgulho de você! Como não ficar, não é? ❤ E ainda me disse: “quando você chegar, vou lhe explicar tudo direitinho, vou ser seu professor”! Oh meu Deussss!

Vocês aprenderam sobre a alegria, a tristeza, a raiva, medo. Então, num determinado momento, você fez um desenho e disse que era de um menino com “nojinho”..kkkkk…a pró pediu para explicar melhor. Disse que o menino estava com nojo das amoebas, que ele fez no chão….rsrsrs.. já criou outra expressão “nojinho”! Agora, eu aqui nem sabia o que eram essas tais “amoebas” e depois me foi dito que é uma massinha de brincar, tipo gelatinosa, que é uma “melequeira”…estica, gruda etc e as crianças adoram!

Os desenhos com as expressões faciais…

Detalhes…

Alegria

Raiva

Tristeza…

E o tal do “nojinho” … rsrsrs

Espanto…

Surpresaaa.. rsrs



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