Aqui começa a minha jornada, no mundo maravilhoso do sentimento de SER "Simplesmente Avó"

Arquivo da categoria: Crônicas e Textos

As injeções de clexane são indicadas para pacientes com trombofilia, histórico de trombose, abortos espontâneos sucessivos entre outros casos. Na maior parte das vezes a mulher começa a usar as injeções de clexane assim que descobre a gestação. É um dos momentos mais tensos do tratamento.

Geralmente a injeção de clexane, que é subcutânea, é aplicada na barriga da paciente. Minha filha disse que as primeiras injeções foram doloridas e a enteada aplicou, mas depois ela decidiu que iria se aplicar, para não ficar dependente dos outros, já que tem que tomar todos os dias até o final da gravidez. Tem efeito colateral de náuseas e vômitos, provocados minutos após a aplicação.

Conforme a barriga cresce e a pele estica você acaba atingindo as veias e isso acaba deixando a sua pele mais roxa, com alguns hematomas. O ideal é sempre diversificar o local da picada para deixar a pele voltar ao normal.

A maior parte das mulheres precisa fazer uso da  clexane   até 45 dias após o parto. No período do puerpério ainda é arriscado ocorrer um caso de trombose, por isso a necessidade de fazer o tratamento correto.

 

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Arthur,

Queria um mundo mais democrático quando você crescesse, não nosso coronelismo encoberto, onde os partidos mandam no país tal como os Coronéis do Norte. Realmente queria que você tivesse a opção de poder escolher seu futuro e que os impostos, a descrença e os limites impostos pelo Governo não podassem seu sonho.

Não sei como tudo vai ser daqui a 20 anos, certamente eu terei 80 e acho que ainda serei uma senhorinha meio simpática rsrsrsrs, mas acho que algumas coisas vão se manter, principalmente o preconceito, já que numa sociedade que levou 4 mil anos para ser como é, 20 anos é um tempo curto demais para as mudanças mais significativas que esperamos, mas realmente queria que você fizesse parte disso. Você será um pouco da mudança que o mundo precisa, pois sua família está reforçando os valores nobres que estão sendo edificados dentro de você. Estamos em constante evolução.

O dinheiro tem a exata importância que deixamos ele ter. Pode ser um meio de garantir suas necessidades, investir num futuro melhor e uma exigência para a vida, porém, colocá-lo como único objetivo para tudo é um erro. Basear seus estudos, sua carreira, seus sonhos num acúmulo de bens e papel, não é o caminho. Dinheiro pode sim viabilizar as coisas, mas não ser a razão delas.

Desejo do fundo de minha alma que você pense sobre o mundo, veja desenhos no céu, acredite no potencial criativo humano e acredite que o bem sempre prevalecerá! E penso que a única forma de perpetuar de alguma forma nossa insignificante existência é deixando em cada ponto que tocamos algo que possamos nos orgulhar. A consciência disso é importante!

Meu netinho, que seus passos sejam sempre guiados por Deus, lhe apontando caminhos seguros para percorrer!


Muito importante que seus pais tem uma visão mais ampla, talvez diferente um pouco da época deles quando crianças. O sociabilizar é fundamental para desde cedo a criança ser introduzida a outras costumes que não os de sua própria casa, a aprendizagem da boa convivênvia com outras pessoas diferentes das do círculo familiar, para criar laços de amizades, de companheirismo, solidariedade e compartilhar coisas. A criança, especialmente a que ainda é filho(a) única tem uma tendência natural ou vamos dizer, uma inclinação ao exclusivismo ou até mesmo a um ciuminho e aos poucos, com a convivência com outras crianças e ensinamento dos seus pais, vai deixando isso de lado e se acostumando a dividir e a ser social.

Aqui, a vovó vai deixando registrado alguns momentos desses “encontrinhos” com a sua turminha.

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Foto: adrian murray

Pretender que os filhos sejam sempre melhores traz grandes perigos. Gera uma pressão desnecessária que lhes retira a infância. A infância é um período de aprendizagem, mas também de alegria e diversão.

Texto da psicóloga Jennifer Delgado (Tradução livre), postado originalmente pelo Portal Raízes.

Vivemos em uma sociedade altamente competitiva em que parece que nada é suficiente. Temos a sensação de que se não colocarmos bateria nos filhos eles terminarão atrás, sendo barrados pelos melhores do que ele.

Por isso, não é estranho que nas últimas décadas muitos pais assumiram um modelo de educação sustentado na hiperpaternidade (pais helicópteros que não se cansam de voar sobre seus filhos, incessantemente). Trata-se de pais que desejam que seus filhos estejam preparados para a vida, mas não é no sentido da sorte do destino de cada um. É mais restrito: querem que seus filhos tenham o conhecimento e as habilidades necessárias para se realizar em uma boa profissão, conquistar um bom trabalho e ganhar o suficiente.

Estes pais traçam uma meta: querem que seus filhos sejam os melhores. Para conseguir, não duvidam em apontar-lhes diversas atividades extraescolares, preparar o caminho até aos limites inacreditáveis e, por hipótese, conquistar o êxito a qualquer peço. E o pior de tudo é que creem que o fazem “por seu bem”.

O principal problema deste modelo de educação dos filhos é a pressão desnecessária sobre os pequenos, uma pressão que termina tirando-lhes sua infância e esta atitude cria adultos emocionalmente fracos.

Os perigos de empurrar os filhos ao êxito

A maioria dos filhos são obedientes e podem alcançar os resultados que seus pais lhes pedem. Se as deixaram agir sozinhos serão capazes de conduzir seu pensamento autônomo e as habilidades naturais podem conduzi-los ao êxito verdadeiro. Se não lhes damos  espaço e liberdade no seu próprio caminho quando lhes enchemos de expectativas, o filho não poderá tomar suas próprias decisões, experimentar e desenvolver sua personalidade.

Pretender que os filhos sejam sempre melhores traz grandes perigos

Gera uma pressão desnecessária que lhes retira a infância. A infância é um período de aprendizagem, mas também de alegria e diversão. Os filhos devem aprender de maneira divertida, devem errar, perder o tempo, deixar voar a sua imaginação e passar seu tempo com outras crianças. Esperar que as crianças sejam “os melhores” em determinada área – colocando sobre eles expectativas muito elevadas – somente fará que suas frágeis rótulas se dobrem ante o peso de uma pressão que não necessitam. Esta forma de educar termina arrebatando-lhes a sua infância.

Provoca a perda da motivação essencial e o prazer

Quando os pais se concentram mais nos resultados que no esforço, a criança perderá a motivação essencial porque compreenderá que conta mais o resultado que o caminho que está seguindo. Portanto, aumentam as possibilidades de que cometa fraude no colégio. Por exemplo, verá que não é tão importante que aprenda se a nota for boa.  Da mesma maneira, vai concentrar-se nos resultados, e vai perder o interesse pelo caminho, e deixa de aproveitá-lo.

A semente do medo e do fracasso

O medo ao fracasso é uma das sensações mais limitadoras que podemos experimentar. E esta sensação está intimamente vinculada com a concepção que temos sobre o êxito. Portanto, empurrar as crianças desde cedo ao êxito desde pequenininho só serve para plantas neles a semente do medo ao fracasso. Como consequência, é provável que estes pequenos não se tornem adultos independentes e empreendedores, como querem seus pais. Serão pessoas que preferem a mediocridade somente porque têm medo de fracassar.

A perda da autoestima

Muitas das pessoas mais exitosas, profissionalmente falando, não são seguras de si. De fato, muitas supermodelos, por exemplo, dizem que estão feias e gordas, quando na realidade são ícones de beleza. Isto acontece porque o nível de perfeccionismo a que sempre são submetidas.  Elas acreditam que nunca estarão em forma e que um pequeno erro na dieta será motivo para que as outras as vejam diferentes. As crianças que crescem com esta ideia se convertem em adultos inseguros, com uma baixa autoestima, e acreditam que não são suficientemente boas para serem amadas. Como resultado, vivem dependentes das opiniões dos outros.

O que realmente deve saber uma criança?

As crianças não necessitam de ser as melhores, somente necessitam ser felizes. Por isso, deve assegurar-se de que seu filho perceba:

– Que é amado de forma incondicional e em todos os momentos; sem importar os erros que cometa.

– Que está a salvo, que lhe protegerá, e a apoiará sempre que precisar.

– Que pode fazer tolices, perder o tempo fantasiando e brincando com seus amigos.

-Que pode fazer o que mais gosta e dedicar-se a essa paixão, sem importar de que se trata. Que pode passar o seu tempo livre pintando flores coloridas ou pintando gatos com seis patas se é o que lhe dá alegria, em vez de praticar a fonética e o cálculo.

-Que é uma pessoa especial e maravilhosa, igual a muitas outras pessoas no mundo.

-Que merece respeito e que deve respeitar os direitos dos demais.

E o que deve fazer os pais?

Também é fundamental que os pais percebam:

– Que cada criança aprende no seu próprio ritmo, e não devem confundir o estímulo que desenvolve com a pressão que sufoca.


Ahhhh…estava eu a ler uns textos hoje e como gosto muito da escrita do Rubem Alves (psicanalista, educador, teólogo e escritor brasileiro, é autor de livros religiosos, educacionais , existenciais e infantis), não passaria despercebido esse que se entitula de “Pai”, que não vou reproduzir todo o texto, apenas alguns trechos para homenagear seu PAI, Arthurzinho, pela passagem do Dia dos Pais!

Assim diz:

“… não tinha intenção alguma de escrever sobre o dia dos pais. Mas, de repente, passando os olhos num livro que uma amiga me enviou, encontrei a seguinte afirmação: “Tomar uma decisão de ter um filho é algo que irá mudar sua vida inteira de forma inexorável. Dali para frente, para sempre, o seu coração caminhará por caminhos fora do seu corpo.” Aí as idéias puseram a se movimentar por conta própria. Pensei na minha condição de pai. É verdade: pai é alguém que, por causa de um filho, tem sua vida inteira mudada de forma inexorável. Isso não é verdadeiro do pai biológico. É fácil demais ser pai biológico. Pai biológico não precisa ter alma. Um pai biológico se faz num momento. Mas há um pai que é um ser da eternidade: aquele cujo coração caminha por caminhos fora do seu corpo. Pulsa, secretamente, no corpo do seu filho (muito embora o filho não saiba disto).

Lembrei-me dos meus sentimentos antigos de pai, diante dos meus filhos adormecidos. Veio-me à mente a imagem de um “ninho“. Bachelard, o pensador mais sensível que conheço, amava os ninhos e escreveu sobre eles. Imaginou que, “para o pássaro, o ninho é indiscutivelmente uma cálida e doce morada. É uma casa de vida: continua a envolver o pássaro que sai do ovo. Para este, o ninho é uma penugem externa antes que a pele nua encontre sua penugem corporal.“ Era isso que eu queria ser. Eu queria ser ninho para os meus filhos pequenos. Queria que meu corpo fosse um ninho-penugem que os protegesse, um ninho que balança mansamente no galho de uma árvore ao ritmo de uma canção de ninar…

Que felicidade enche o coração de um pai quando o filho que ele tem no colo se abandona e adormece! Adormecida, a criança está dizendo: “tudo está bem; não é preciso ter medo“. Deitada adormecida nos braços-ninho do seu pai ela aprende que o universo é um ninho! Não importa que não seja! Não importa que os ninhos estejam todos destinados ao abandono e ao esquecimento! A alma não se alimenta de verdades. Ela se alimenta de fantasias. O ninho é uma fantasia eterna. Jung deveria tê-lo incluído entre os seus arquétipos! “O ninho leva-nos de volta à infância, a uma infância!“ (Bachelard). Aquela cena, a criança adormecida nos braços do pai, nos reconduz à cena de uma criancinha adormecida na estrebaria de Belém! Tudo é paz! Desejaríamos que ela, a cena, não terminasse nunca! Que fosse eterna!

É impossível calcular a importância desses momentos efêmeros na vida de uma criança. É impossível calcular a importância desses momentos efêmeros na vida de um pai. O efêmero e o eterno abraçados num único momento! “Conter o infinito na palma da sua mão e a eternidade em uma hora“: o pai que tem o seu filho adormecido nos seus braços é um poeta! Essas palavras do poeta William Blake bem que poderiam ser suas. Um homem que guarda memórias de ninho na sua alma tem de ser um homem bom. Uma criança que guarda memórias de um ninho em sua alma tem de ser calma!

Mas logo o pequeno pássaro começará a ensaiar seus vôos incertos. Agora não serão mais os braços do pai, arredondados num abraço, que irão definir o espaço do ninho. Os braços do pai terão de se abrir para que o ninho fique maior. E serão os olhos do pai, no espaço que seus braços já não podem conter, que irão marcar os limites do ninho. A criança se sente segura se, de longe, ela vê que os olhos do seu pai a protegem. Olhos também são colos. Olhos também são ninhos. “Não tenha medo. Estou aqui! Estou vendo você“: é isso o que eles dizem, os olhos do pai.”

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CELEBRAÇÃO NA ESCOLINHA

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Brincando de soltar bolhas de sabão com o papai, na casa dos seus avós paternos, em Alagoinhas!

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A  brincadeira tornou-se hoje o maior obstáculo para a educação de filhos saudáveis. Na era na informática onde computadores e eletrônicos concorrem a até roubam a infância, os pais muitas vezes não sabem como lidar com a questão.
E de fato tudo é muito complicado mesmo. Muitas vezes, os pais acham que se impedirem os filhos de horas no computador estão isolando-os de um mundo que é o deles. Por outro lado, se empreenderem uma luta por manter e resgatar formas mais saudáveis de brincar parece que estariam obrigando os  filhos a viver uma infância que já se perdeu.
Dessa forma, pergunta-se? É possível um caminho do meio? Sim. A resposta é exatamente esta. Não podemos nem permitir que nossos filhos entreguem à informática sua infância e nem podemos obrigá-los a viver tão somente em um passado saudosista. O caminho é encontrar o equilíbrio entre tantas formas de brincar.
O brincar faz com que a criança se perceba. Faz com que ela reconheça suas potencialidades e seus limites. É o brincar que internaliza na criança  a regra saudável de convivência, e é o brincar que vai ajudá-la a ser um adulto saudável.
Quem não brinca carrega uma amargura na alma. A criança precisa se permitir brincar. Ela organiza e reorganiza um mundo a partir do brinquedo e nós precisamos permitir que elas façam isto senão corremos o risco de torná-las adultos inflexíveis.
Não importa a forma, o brincar precisa de diversidade, de multiplicidade e de simplicidade. É possível uma criança brincar até mesmo com seus próprios dedos.
Brinquedos lúdicos, tradicionais ou modernos podem conviver de forma harmoniosa em casa, na escola ou até mesmo em áreas de lazer comuns em prédios, bairros e shoppings.
É papel dos pais encontrar tempo para acompanhar o brincar das crianças, pois é por meio dele que desponta belo e lindo adulto  pra vida.
Texto: soparamaes

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Nós nos preocupamos em educar nossas crianças a fim de que elas possam bem enfrentar o mundo.

A tecnologia se intensifica, o mundo se globaliza, as distâncias se encurtam, e se faz preciso saber mais.

Assim multiplicam-se as aulas de idiomas estrangeiros, os cursos de reforço do conteúdo escolar, as aulas de esporte.

Em um mundo mais competitivo, exigimos sempre mais de nossas crianças.

É necessário vencer nas competições esportivas, mesmo aquelas escolares.

É fundamental ter a nota mais alta, o maior rendimento nos bancos escolares.

Preocupamo-nos muito em cultivar o corpo e alimentar a mente de nossos filhos.

Porém, ao educar, nos esquecemos de que não somos só corpo e mente. Somos também emoção.

E, muitas das vezes, damos pouca importância ou mesmo negligenciamos a educação emocional de nossos filhos.

Ao renascermos, trazemos a bagagem de experiências já vividas.

Não somos uma folha em branco a ser escrita ao longo da existência.

Retornamos à experiência terrena com toda a carga emocional que adquirimos ao longo das passadas existências.

Em razão disso, o panorama emocional que trazem nossos filhos merece cuidado para os ajustes que se façam necessários.

Se percebemos em nosso filho a tendência ao egoísmo, de importância se faz oferecer-lhe lições de solidariedade.

Levá-lo a visitar uma creche ou casa de apoio, a fim de oferecer alguns de seus brinquedos para essas crianças, irá ajudá-lo a compreender o que seja ser solidário.

Se notamos que ele se põe irado com facilidade, sem muita tolerância quando tolhido em alguma ação ou vontade, é fundamental mostrar-lhe o valor da paciência.

Assim, após um ataque de fúria, na medida em que for se tranquilizando, cabe-nos dialogar com ele a fim de conduzi-lo a refletir sobre a conveniência de ser mais paciente, mais tolerante.

Se observamos que nosso filho desanima frente às dificuldades e enfrentamentos da vida, desistindo logo, esmorecendo de maneira pessimista, por lhe faltarem perseverança e coragem, busquemos auxiliá-lo.

Dialoguemos com ele, oferecendo-lhe exemplos de vida de grandes homens e mulheres, dos mais conhecidos aos anônimos, que enfrentaram suas dificuldades e venceram. Isso lhe oferecerá oportunidade para reflexionar em torno do exercício da constância.

Assim, aos poucos, vamos analisando nossas crianças, proporcionando as lições que lhes faltam para sua educação emocional.

Se desejamos que eles sejam felizes, plenos e realizados, ofereçamo-lhes o ensejo de conhecerem seu mundo íntimo.

Conquistar o conhecimento do mundo externo é preocupação lícita e necessária para pais e mães no exercício da educação de seu filho.

Porém, oferecer-lhe a chave para adentrar a grande floresta desconhecida de sua intimidade, é valor inestimável, do qual jamais deverão os pais declinar.

Assim, colaboraremos, com eficácia, para a plena realização dos nossos filhos, na percepção clara de que se há um imenso mundo a ser descoberto, não menos desafiador e necessário se faz o autoconhecimento, trabalhando as suas emoções.

Por Redação do Momento Espírita.



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