Aqui começa a minha jornada, no mundo maravilhoso do sentimento de SER "Simplesmente Avó"

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O melhor presente que uma criança pode ter é a atenção, amor e carinho dos que lhe cercam, para crescer com confiança e munida de sentimentos altruístas com o próximo. Sim, claro, que a criança gosta de brinquedos, mas também gosta de diversão e interatividade.

Dia das Crianças é comemorado anualmente em 12 de outubro no Brasil.

Esta data celebra os direitos das crianças e adolescentes, ajudando a conscientizar as pessoas (os pais, em especial) sobre os cuidados necessários durante esta fase da vida.

Tradicionalmente, no Brasil, no Dia das Crianças os adultos costumam oferecer presentes ou proporcionar atividades especiais e de entretenimento para os mais jovens.

A escolha desta data se deu porque nesse mesmo dia, no ano de 1959, o UNICEF oficializou a Declaração dos Direitos da Criança. Nesse documento, se estabeleceu uma série de direitos válidos a todas as crianças do mundo como alimentação, amor e educação.

E vocês meus netinhos, cada um teve uma forma de comemorar. Arthur, além de ter picnic e banho de mangueira na escolinha, ainda foi para o clube e depois para uma das praias mais lindas de Salvador, que fica na área militar, na localidade de Inema. Cecilia, foi se divertir na piscina com seus pais, irmãs e sobrinhos (Bento e Anastácia) e Helena foi lá para a casa da vovó materna, Del Carmem, receber os mimos dela, do tio Ruben, tia Natália e prima Laura. Na casa da vovó Del teve até cabaninha e amiguinhas para brincar.

Fotos de Arthur

 

Fotos de Helena

Fotos de Cecilia


Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde) é recomendado que a introdução alimentar comece a partir dos 6 meses de idade, sendo que, até lá, a amamentação deve ser exclusiva e em livre demanda

Então chegou a hora de se lambuzar! Sua pediatra liberou algumas frutinhas e legumes e foi um sucesso. Adorou o mamão, a maçã, mas a banana fez uma cara de espantar…kkkkk, logo a banana, minha netinha? que sua vovó amaaa…mas, compreendo, ela tem a textura mais estranha mesmo, toda escorregadia e mais espessa! Aposto que depois que se acostumar vai adorar.

Cada bebê é diferente, porém a introdução alimentar do bebê SEMPRE deve ser de acordo com a pediatra pois só ele(a) conhece o histórico de saúde dele, a curva de crescimento dele e suas necessidades. Sempre uma fruta de cada vez, para observar se tem alguma reação e tudo amassado com o garfo, nada de liquidificador.

Nesse período de introdução alimentar, assim como qualquer fase de desenvolvimento do bebê requer uma coisa: PACIÊNCIA. É tudo novo pro bebê, texturas, o sólido. Nessas tentativas parece que o bebê está cuspindo e empurrando tudo para fora. Mas nem sempre é intencional ou porque o bebê está rejeitando a comida. Muitas vezes a língua empurra a comida para fora da boca porque o bebê ainda não sabe como fazer para “trazer a comida para dentro”.

Agora que você já completou oito meses, as papinhas e frutinhas estão bastante diversificadas, com a introdução da proteína na papinha e mistura de frutas.

Vamos ver como foi essa aventura?


Ainda muito novinha para ir para o “Arraiá” no interior, então o jeito foi ir se encontrar com a priminha no shopping e de quebra ainda teve um forrozinho na pátio da sua casa, mas é lógico, você só ficou um pouquinho, só para as fotos, porque fumaça e fogos não combinam com bebezinha 😀 Teve as companhias de Bentinho, seu sobrinhozinho companheiro e de Heleninha, sua priminha. Ahhh…e não é que sua mamãe lhe levou no forró de lá da escolinha? Aproveitou e tirou uma foto com Arthurzinho, carinhosamente, apelidado de Tuc, mas depois tirou uma soneca boa 😀

Não tem muito o que falar, mas tem fotinhos para mostrar e deixar registrado para você ver quando crescer ❤


Pois é, estava faltando você para ir começar a se familiarizar com o interior, a terra natal de sua avó materna e visitar seus bisos, tios e ficar, mesmo que pouco tempo, lá no sítio da vovó e de tia Cadinho. Você ainda não sabe o que significa tudo isso, mas já está mostrando a tendência para apreciar as flores, acho que elas têm a energia “chamativa” para os que são sensíveis à natureza e mesmo quem não é, não passa imune ao fascínio que elas exercem!

Ganhou maiô novo e claro que tinha que inaugurar, nem que fosse numa bacia….kkkkk….e foi isso o que aconteceu. Se deliciou na rede também, todos tem que passar por essa rede 😀

Vamos aos registros!

Na rede da casa da vovó…

Na casa de tia Cadinho, inaugurando meu maiô novo…

Conhecendo alguns membros da família!

Apreciando a natureza e encantada com a flor! ❤

Com tia Cadinho

Estou tão encantada!

 


Vovó resolveu postar agora alguns dos seus looks, pois fica daqui que nem uma babona,  então vamos aproveitar a fase dos laçarotes ❤

Fiz um vídeozinho, vamos ver?

 


Se desenvolvendo muito bem e cada vez mais linda, minha princesa. Você ficou viciada no “bubu” (chupeta), está toda independente querendo segurar a mamadeira sozinha e reclama quando alguém vai tomar, mas cansa não é Ciça? rsrsrs

Está numa fase ótima, começando a entender o mundo à sua volta e agora então, já no finzinho do quarto mês, que descobriu o pezinho só anda com ele na boca 😀 porque a boca é o principal instrumento do bebê para conhecer o mundo. Ela discrimina consistência, volume, texturas dos objetos, das pessoas e até das partes do corpo do bebê. Começou a virar o corpinho para o lado e até vira e desvira, roda na cama feito um piãozinho 😀 também começou a emitir os arrulhos ou balbucios. Sua mãe diz que você faz o som de uma motoca …kkk

Daqui por diante está na fase boa para mamãe ler para você. A leitura ajuda a desenvolver o ouvido para a cadência da língua — aliás, variar o tom da voz, usar sotaques ou cantar torna o laço auditivo entre a mãe e seu filho muito mais estimulante.

Algumas fotos dessa fase…

Visitinha na casa da Dinda, com meu priminho Arthur.

Visitinha na casa de tia Cadinho.

Mamãe me bota para assitir Bita, enquanto faz minhas coisinhas….

 


Quando uma avó vê seu neto pela primeira vez, floresce como pessoa, evolui como ser humano e as emoções se intensificam até alcançar um nível indescritível. Não importa se é seu primeiro ou oitavo neto. Todos são jóias de um lindo colar, tesouros de uma nova geração que são paparicados com muito amor.

Uma das coisas que muitas pessoas podem sentir quando, de repente, chega o primeiro neto é que acabam de entrar no outono das suas vidas. Já sou tão velha como dizem? O simples fato de que meus filhos já têm filhos significa que sou “uma senhora”? De forma alguma.

É comum que se perguntem como delimitar cada espaço em que estão inseridas, e cada responsabilidade que possuem. Elas sabem e entendem que seu papel não é o de “criar” ou de “educar”, esse aspecto já deixaram para trás, são tarefas dos pais. As avós de hoje em dia querem apenas uma coisa: ser esse apoio emocional e essa conselheira disponível, amável e mediadora na vida do recém-nascido.

A máxima aspiração de qualquer avó é ganhar o coração dos netos. Ela deseja ocupar para sempre um pedacinho muito especial do seu interior, quer passar o máximo de tempo possível com eles, mas sabe e entende que sua parcela restante de vida é, obviamente, mais limitada que a de seus netos.

Assim, uma das suas tarefas é a de transmitir uma educação baseada nas emoções, no reconhecimento, na força de um vínculo que deve acompanhar para sempre, seu ou seus netos, que serão os adultos do futuro. A avó vai renascer como o melhor modelo, uma pessoa que inspira, que dá bons conselhos, que permite crescer sem punir, que cultiva a esperança, que é o abraço de todos os dias, a mão que acaricia, o presente dado às escondidas e aquele eterno sorriso de cumplicidade.

Adaptado do Texto de Éres Mamá



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