Aqui começa a minha jornada, no mundo maravilhoso do sentimento de SER "Simplesmente Avó"

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As injeções de clexane são indicadas para pacientes com trombofilia, histórico de trombose, abortos espontâneos sucessivos entre outros casos. Na maior parte das vezes a mulher começa a usar as injeções de clexane assim que descobre a gestação. É um dos momentos mais tensos do tratamento.

Geralmente a injeção de clexane, que é subcutânea, é aplicada na barriga da paciente. Minha filha disse que as primeiras injeções foram doloridas e a enteada aplicou, mas depois ela decidiu que iria se aplicar, para não ficar dependente dos outros, já que tem que tomar todos os dias até o final da gravidez. Tem efeito colateral de náuseas e vômitos, provocados minutos após a aplicação.

Conforme a barriga cresce e a pele estica você acaba atingindo as veias e isso acaba deixando a sua pele mais roxa, com alguns hematomas. O ideal é sempre diversificar o local da picada para deixar a pele voltar ao normal.

A maior parte das mulheres precisa fazer uso da  clexane   até 45 dias após o parto. No período do puerpério ainda é arriscado ocorrer um caso de trombose, por isso a necessidade de fazer o tratamento correto.

 

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Minha filha caçula descobriu que é portadora de Trombofilia. Ela tinha abortos recorrentes e então descobriu o problema. Eu nunca tinha ouvido falar. Quando fui atrás, me assustei com a incidência e gravidade da situação. Aí a notícia depois não é nada animadora, pois o tratamento é feito à base de injeções diárias, que são caríssimas. Mas, correndo atrás de informações, ela descobriu sobre a gratuidade amparada por lei, pois afinal é uma gravidez de alto risco tanto para a mãe como para o bebê.

Portanto, se você é portadora de Trombofilia e está grávida, pode fazer uso do remédio através do SUS.

Mas a forma para se conseguir varia um pouco em cada Estado. O tipo (marca) de anticoagulante também, mas são todos com a mesma formulação.

A primeira coisa que você precisa fazer, é comparecer à um Centro de saúde (posto de saúde), com os exames e relatórios. 

Geralmente, os obstetras e hematologistas que conhecem e tratam gestantes com trombofilia, sabem exatamente como deve ser esse relatório. Os documentos são encaminhados para a Secretaria de Saúde e os medicamentos são retirados mensalmente, no Centro de Saúde que você solicitou.

Em Salvador, a Prefeitura Municipal, através da sua Secretaria de Saúde, tem um convênio com o SUS e o procedimento é similar. Minha filha primeiro teve que se cadastrar no programa e teve que levar o relatório médico (com tudo explicado, com quantidade de meses do tratamento, a dose a ser utilizada), ultrassonografia (lembrar de levar cópia do laudo, porque eles ficam com uma via), cartão do SUS, RG, CPF (originais e cópias) comprovante de residência (água, luz ou telefone no nome da paciente) e receita médica. Eles tem um prazo de 15 dias para dá uma resposta, mas no caso dela, tivemos sorte da minha irmã trabalhar na área de saúde e o processo correu um pouco mais rápido. É importante guardar um dinheiro para caso de eventualidades desagradáveis venham a acontecer, como por exemplo, o atraso na entrega mensal do medicamento (e você não pode interromper nem um dia sequer) e também as primeiras injeções teram que ser pagas do seu bolso, até conseguir as do SUS.

As injeções de enoxaparina sódica (nome da fórmula) são extremamente caras. Em média cada seringa vai custar entre 38,00 a 55,00 reais. Agora imagine arcar com esses valores durante 10 meses. Inviável para a maioria da população.

Guarde todos os documentos que você pegar – receitas, cartas, laudos, qualquer documento relativo a sua gestação ou prontuário médico. Sério, isso fará uma grande diferença no futuro, caso precise de um advogado.

As mulheres grávidas são até cinco vezes mais propensas a sofrer trombofilia, uma condição na qual as veias e artérias são obstruídas por coágulos, e que pode provocar desde inchaço e alterações na pele até o desprendimento da placenta, pré-eclâmpsia, restrição no crescimento do feto, parto prematuro e aborto. Por isso, o SUS disponibilizará, em até 180 dias, o medicamento enoxaparina 40 mg para tratar essas pacientes. O Secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde tornou pública a decisão no Diário Oficial da União , por meio da Portaria Nº 10, de 24 de janeiro de 2018.

De acordo com as análises realizadas pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (CONITEC), a enoxaparina reduz a taxa de aborto nas gestantes com trombofilia. Em testes realizados com o medicamento, também se observou que o número de bebês nascidos vivos foi maior no grupo de mulheres grávidas que se tratavam com esse fármaco.

As evidências demonstram que esse medicamento tem mais benefícios que o ácido acetilsalicílico, atualmente usado no SUS para tratar as pacientes. Por esse motivo, a CONITEC recomendou a incorporação da enoxaparina 40 mg na rede pública de clínicas, hospitais e postos de saúde.


Hoje vamos falar sobre esse problema, com informações que podem ajudar outras pessoas que passam por essa situação.

Trombofilia é muitas vezes um problema silencioso, que pode levar a complicações na gravidez e abortos de repetição. Com diagnóstico e tratamento adequado, porém, uma grávida com trombofilia tem grande chance de levar uma gestação saudável adiante.

O que é trombofilia?

Trombofilia é o nome genérico para um quadro variado de disfunções que provocam aumento da coagulação sanguínea e possível formação de coágulos (trombos), que podem entupir os vasos de sangue do corpo.

Esse bloqueio de um vaso sanguíneo recebe o nome de trombose e pode representar um risco sério para a gravidez e para a saúde da própria mulher. É por isso que gestantes com algum tipo de trombofilia precisam de uma gravidez bem monitorada e cuidada.

Isso não quer dizer, contudo, que gestações com trombofilia não possam prosseguir sem problemas.

Existem exames de sangue específicos para que o médico possa investigar um diagnóstico de trombofilia, embora eles não façam parte dos testes de pré-natal de todas as mulheres.

A investigação para trombofilia é iniciada quando há antecedente pessoal ou familiar próximo de trombose, também no caso de abortos de repetição anteriores ou ainda quando acontece a perda do bebê no segundo ou no terceiro trimestre da gestação, sem explicação.

Existem dois tipos básicos de trombofilia:

Trombofilia de origem hereditária (ou seja, histórico familiar de formação de coágulos ou de outros problemas vasculares). Se você sabe que alguém da família já teve complicações relacionadas à coagulação sanguínea, não deixe de mencionar para o médico e as outras pessoas que acompanham o seu pré-natal. A investigação pode ser feita com a ajuda de um geneticista.

Trombofilia adquirida (desenvolvimento de determinadas síndromes, como a síndrome antifosfolípide ou síndrome de Hughes, problemas pelo uso de medicação/hormônios, ou doenças crônicas como o lúpus, artrite reumatoide e doença de Behçet).

Qual o tratamento para trombofilia na gravidez?

Você não só pode como deve manter um tratamento para trombofilia durante a gravidez. O tratamento depende do tipo de trombofilia que você tem, mas, de modo geral, a recomendação é uso de medicamentos e maior acompanhamento da gravidez e do crescimento do bebê no útero.

Se você ainda não frequenta um especialista da sua confiança, o primeiro passo é ir a um hematologista (médico que trata de problemas sanguíneos) e discutir o seu caso e o seu histórico.

Normalmente são receitados remédios para afinar o sangue (o mais comum é a heparina) e evitar a formação de coágulos. Às vezes doses baixas diárias de aspirina também fazem parte do tratamento, assim como corticoides.

Muitas vezes o medicamento é aplicado na forma de injeções diárias. O processo é um pouco incômodo, mas a agulha é curtinha e você vai acabar se acostumando.

No caso de remédios de alto custo, existem programas de saúde pública que fornecem os remédios. Informe-se com seu médico ou numa unidade básica de saúde.

Quais os riscos da trombofilia?

Infelizmente, trombofilia não diagnosticada, não tratada e sem acompanhamento pode levar a uma série de complicações sérias na gravidez:
Pré-eclâmpsia e eclâmpsia
Aumento da pressão arterial
Crescimento intrauterino restrito
Aborto espontâneo
Morte súbita do bebê no útero (natimorto)

Por mais que assuste saber do problema, como foi dito acima, você pode acompanhar e tratar da trombofilia, para que tanto a sua saúde como a do bebê estejam bem.
Com tratamento, são inúmeras as histórias de sucesso de mulheres que tiveram bebês saudáveis.

Posso parar o tratamento depois que o bebê nascer?

Talvez você tenha que continuar com o tratamento depois que o bebê nascer, mas com a medicação modificada. Somente o médico pode avaliar, e cada causa de trombofilia tem uma orientação diferente de remédios.

Por causa da trombofilia, alguns tipos de pílula anticoncepcional e outros métodos contraceptivos podem ser perigosos para a sua saúde, por aumentar o risco de trombose e derrame. Sempre avise seu médico sobre a trombofilia antes de adotar um método anticoncepcional baseado em hormônios.

FontesBabyCenter ; blogcarololiva  e depoisdachegadablog

 

 

 


Muito interessante esse artigo que achei no site “Laboratório de Educação“, em parceria com Catraquinha.

Créditos: Shutterstock. Os micróbios têm um papel importante no sistema imunológico, daí a importância de deixar as crianças se sujarem sem preocupações excessivas, defende o pesquisador.

Pesquisas indicam que nem toda sujeira é prejudicial e apontam até que algumas delas podem contribuir para o aumento da imunidade da criança.

Chupeta que cai no chão e volta direto para a boca. Cachorro que lambe o rosto dos bebês engatinhando. Criança com a mão suja de terra chupando o dedo. Todas essas cenas são comuns da infância. Ainda assim, são preocupações recorrentes dos pais.

Para apaziguar o instinto protetor dos pais e cuidadores, estudos apontam que nem todas essas preocupações são necessárias e, mais do que isso, indicam que o excesso de higiene pode trazer até malefícios para a saúde dos pequenos.

O estudo do ‘microbioma’, ou seja, os micróbios que habitam o nosso corpo, é um campo da ciência que vem se ampliando nos últimos anos. A proposta é analisar qual o papel dos micróbios no sistema imunológico e provar como a falta deles pode se associar a problemas como asma, obesidade, diabetes e outros.

Emanuel Sarinho, presidente do Departamento Científico de Alergia da Sociedade Brasileira de Pediatria, afirma, em entrevista ao jornal O Globo, que a recomendação desmedida de antibióticos, por exemplo, também afeta o sistema imune. “Antibiótico só atua contra bactérias, e muitas vezes as crianças têm quadros virais. Esses remédios são maravilhosos, mas seu uso não pode ser banalizado, justamente porque eles matam também as bactérias do bem.”

O pesquisador defende que, principalmente nos primeiros anos de vida da criança, é importante deixá-los expostos a certas “sujeiras” para criar respostas imunológicas e desenvolver resistência.

“Precisamos pensar no que é mais importante na promoção da saúde: nos mantermos afastados dos micróbios ou sermos imunes a eles?”, questiona, referindo-se a uma tendência atual no sentido de melhorar a resposta imunológica, diminuindo a prescrição de antibióticos para estimular a imunidade natural das crianças.

Essa exposição aos “micróbios bons” é fundamental durante a primeira infância, argumenta o pesquisador que, além de contar casos e citar pesquisas, defende que a exposição a determinadas sujeiras ajudam a melhorar a microbiota (bactérias, vírus e fungos nanturais do organismo) dos filhos.

No livro “Let Them Eat Dirt” (em tradução livre, “Deixe as crianças comerem terra”), Brett Finlay, microbiologista da Universidade de British Columbia, no Canadá, defende a importância dos micróbios na primeira infância. Apesar de parecer um exagero à primeira vista, o título se refere à importância de deixar as crianças livres para brincar, se sujar, descobrir a natureza, os animais, sem preocupações excessivas com limpeza. Segundo ele, o “excesso de higienização do mundo” é recente, uma tendência de 30 anos para cá.

Em entrevista ao Catraquinha (*), a psicóloga Isabel Gervitz, do Laboratório de Educação, afirma que o conceito de sujeira é uma construção histórica e cultural. “Compreendemos a sujeira como um ‘desvalor’, e percebemos isso em vários aspectos ligados à infância, como a preocupação excessiva dos adultos com o fato de a criança se sujar ao brincar”.

Sem exageros, é claro, vale, então, deixarmos a criança, ainda pequena, explorar o ambiente à sua volta, brincando e também se sujando um bocadinho!

(*) O Catraquinha é fruto de uma parceria entre o Instituto Alana e o Catraca Livre. O site reúne informações interessantes para pais, educadores e familiares – de agenda cultural a projetos transformadores para a infância – com o intuito de empoderá-los para que interfiram positivamente no desenvolvimento das crianças, deixando-as exercer em sua plena potência a criatividade e a autonomia.


O que aprende uma criança cuja refeição é feita, a louça é lavada e a roupa é guardada sem que ela tenha que mexer um dedo?

Esse tipo de iniciativa é um estímulo para as crianças, que apreciam a confiança depositada nelas, ainda que demandem o acompanhamento dos pais. Delegar à criança algumas tarefas contribui para o desenvolvimento do seu senso de responsabilidade, sua maturidade, seu cuidado com as coisas e sua compreensão do funcionamento básico de uma casa. Afinal, o que ela aprende deixando a roupa suja no cesto e depois só a vendo, como que por mágica, limpa e passada dentro do armário?

Incorporar as crianças no dia a dia da casa – solicitando tarefas adequadas à idade, é claro – significa reconhecê-las como seres capazes, significa confiar nas suas competências de aprender com tais desafios. À medida que a criança conquista graus de autonomia – consegue ir ao banheiro, comer e tomar banho sozinha, por exemplo -, ela pode assumir responsabilidades proporcionais.

O site diiirce.com.br publicou recentemente uma planilha indicando maneiras apropriadas  das crianças ajudarem nas tarefas de casa, com base na faixa etária em que se encontram.

Fonte: todacriancapodeaprender

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Achei esse texto muito bom, pois me remeteu a minha infância, quando tudo o que achávamos pela frente era usado para momentos lúdicos, com muita criatividade

Um foguete, uma varinha mágica, um trem ou qualquer tipo de animal estão entre as muitas formas que um simples graveto pode tomar pela criatividade e imaginação (principalmente) das crianças. O exercício é importante para o desenvolvimento e para a construção autoral dos pequenos e, ter esta consciência, ajuda os adultos a garantir que haja momentos livres de brinquedos prontos.

Crianças podem e devem transformar qualquer objeto em brincadeira para estimular a criatividade, a imaginação e a capacidade de construir.

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Foto: Território do Brincar

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Capim e tecido se tornam ‘boneca em batizado’. Foto: Território do Brincar

Criadora da plataforma de brincadeiras Massacuca, Graziela Iacooca, conta que, ao contrário de muitos adultos, as crianças não precisam de instruções para brincar com objetos do cotidiano. “A nossa proposta é tirar o lúdico de objetos normais, o que a criança sabe fazer. Estamos ensinando os adultos a disponibilizar isso para os pequenos”, comenta.

O caso mais famoso é o tradicional baú de tesouros. Basta uma caixa, balde ou sacola e diferentes objetos da casa, como utensílios de cozinha em tamanhos e materiais variados. “Daí podem sair narrativas de histórias incríveis ou um bolo ou qualquer coisa que a criança queira e ela vai se divertir não apenas com os objetos, mas com a criação”, comenta Graziela.

Os mesmos objetos podem ser também contornados, congelados, ornamentados, mergulhados na água, enterrados e assim por diante. “Não somos exatamente contra brinquedos, mas contra o excesso de brinquedos e contra os que têm uma função específica”, explica.

O brincar espontâneo é objeto de pesquisa da cineasta Renata Meirelles. Por conta disso, viajou por 9 estados e estabeleceu-se em 14 comunidades diferentes durante 1 a 3 meses para estudar o assunto e produzir o documentário Território do Brincar, lançado este ano. “O foco foi sempre entender o que a criança faz, elas que dizem o que querem nos mostrar”, conta.

Ela e o marido viajaram com os dois filhos, agora com 6 e 8 anos, que também participavam das brincadeiras. Os destinos escolhidos foram locais com pouca estrutura como o Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais, ou o Recôncavo Baiano.

“A gente viu muitas que não se utilizam de brinquedos comprados, industrializados, elas reúnem o nada e organizam para compor o que elas brincam”, explica, ainda com o encanto da riqueza percebida. “Nesta busca, ela consegue se ver representada por aquelas coisas que ela fez, compôs, arrumou. Cria um diálogo grande com quem ela é.”

Para ela, há um “sufocamento da própria infância” com a quantidade de brinquedos de que algumas são cercadas. “Mesmo os brinquedos mais comuns, como carrinhos e barquinhos, para os meninos, quando são feitos por eles, com latas, tábuas, chinelos, pneus e uma gama de objetos contam uma história e geram um vínculo diferente.”

Ela conta que impressionam os detalhes, por exemplo, em casinhas com panos colocados como toalhas de mesa e flores para decorar. “Foi incrível a diversidade de composições de brinquedos e brincadeiras”, comenta.

Os filhos levaram uma mala de brinquedos que também eram compartilhados e costumavam interessar às demais crianças. “Certamente se você falar que vai dar, eles querem, mas sabem distinguir. Eles dizem, por exemplo, que brinquedo comprado ‘quebra’, ou seja, os deles, em sua percepção, são apenas modificados.”

Texto completo em cartaeducação

 

 


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Lendo esse texto, que por sinal achei fantástico (por isso compartilho nessa postagem), fico feliz em saber que você tem exercitado e muito essa coordenação motora fina, pois desde cedo já pegou paixão pelos lápis de cor, giz de cera, hidrocor, massas de modelar e segundo sua mãe, de “tudo o que envolve melação” 😀

Antes de ser alfabetizada, a criança precisa desenvolver algumas habilidades que lhe possibilitarão conquistar a coordenação motora fina, que proporcionará a preensão adequada do lápis, o equilíbrio que sustentará a postura correta para se manter sentada e conseguir um bom desempenho da coordenação viso motora e da manutenção da atenção e da concentração, entre outros.

Parece complexo, no entanto, ela conquista isso tudo sozinha, se lhe permitirem o brincar livre. São as experiências sensoriais e motoras registradas que permitirão o bom desempenho cognitivo e facilitarão o processo de aprendizagem.

Sabemos, porém, que tais experiências estão cada vez mais escassas no repertório de atividades de nossas crianças. A alfabetização está ocorrendo cada vez mais cedo, forçando a maturação de estruturas que ainda não estavam preparadas. Mesmo as brincadeiras, têm sido substituídas por programas infantis e desenhos animados. Por mais educativos que aparentem ser, pouco oferecem de útil, pois para o nosso sistema nervoso realizar um registro de experiência, necessita uma vivência real (subir, correr, explorar um objeto com as mãos e sentir sua forma, sua textura, sentir diferentes temperaturas, criar funções para um brinquedo, entender conceitos brincando, por ex. “embaixo” ao passar sob algo, “em cima” ao escalar uma árvore, entre outros) e não a oferta virtual e bidimensional da TV e do computador.

Mamães, educadores e outros que estejam interessados, vale a pena ler o artigo completo em brincandoporai

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Foto: do site brincandoporai

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Diz que essa sou eu….kkkkk

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