Aqui começa a minha jornada, no mundo maravilhoso do sentimento de SER "Simplesmente Avó"

Arquivo da categoria: Artigos Educativos

O que aprende uma criança cuja refeição é feita, a louça é lavada e a roupa é guardada sem que ela tenha que mexer um dedo?

Esse tipo de iniciativa é um estímulo para as crianças, que apreciam a confiança depositada nelas, ainda que demandem o acompanhamento dos pais. Delegar à criança algumas tarefas contribui para o desenvolvimento do seu senso de responsabilidade, sua maturidade, seu cuidado com as coisas e sua compreensão do funcionamento básico de uma casa. Afinal, o que ela aprende deixando a roupa suja no cesto e depois só a vendo, como que por mágica, limpa e passada dentro do armário?

Incorporar as crianças no dia a dia da casa – solicitando tarefas adequadas à idade, é claro – significa reconhecê-las como seres capazes, significa confiar nas suas competências de aprender com tais desafios. À medida que a criança conquista graus de autonomia – consegue ir ao banheiro, comer e tomar banho sozinha, por exemplo -, ela pode assumir responsabilidades proporcionais.

O site diiirce.com.br publicou recentemente uma planilha indicando maneiras apropriadas  das crianças ajudarem nas tarefas de casa, com base na faixa etária em que se encontram.

Fonte: todacriancapodeaprender

ezywatermark170128043906161

ezywatermark170128044005151


Achei esse texto muito bom, pois me remeteu a minha infância, quando tudo o que achávamos pela frente era usado para momentos lúdicos, com muita criatividade

Um foguete, uma varinha mágica, um trem ou qualquer tipo de animal estão entre as muitas formas que um simples graveto pode tomar pela criatividade e imaginação (principalmente) das crianças. O exercício é importante para o desenvolvimento e para a construção autoral dos pequenos e, ter esta consciência, ajuda os adultos a garantir que haja momentos livres de brinquedos prontos.

Crianças podem e devem transformar qualquer objeto em brincadeira para estimular a criatividade, a imaginação e a capacidade de construir.

barco

Foto: Território do Brincar

boneca-de-capim

Capim e tecido se tornam ‘boneca em batizado’. Foto: Território do Brincar

Criadora da plataforma de brincadeiras Massacuca, Graziela Iacooca, conta que, ao contrário de muitos adultos, as crianças não precisam de instruções para brincar com objetos do cotidiano. “A nossa proposta é tirar o lúdico de objetos normais, o que a criança sabe fazer. Estamos ensinando os adultos a disponibilizar isso para os pequenos”, comenta.

O caso mais famoso é o tradicional baú de tesouros. Basta uma caixa, balde ou sacola e diferentes objetos da casa, como utensílios de cozinha em tamanhos e materiais variados. “Daí podem sair narrativas de histórias incríveis ou um bolo ou qualquer coisa que a criança queira e ela vai se divertir não apenas com os objetos, mas com a criação”, comenta Graziela.

Os mesmos objetos podem ser também contornados, congelados, ornamentados, mergulhados na água, enterrados e assim por diante. “Não somos exatamente contra brinquedos, mas contra o excesso de brinquedos e contra os que têm uma função específica”, explica.

O brincar espontâneo é objeto de pesquisa da cineasta Renata Meirelles. Por conta disso, viajou por 9 estados e estabeleceu-se em 14 comunidades diferentes durante 1 a 3 meses para estudar o assunto e produzir o documentário Território do Brincar, lançado este ano. “O foco foi sempre entender o que a criança faz, elas que dizem o que querem nos mostrar”, conta.

Ela e o marido viajaram com os dois filhos, agora com 6 e 8 anos, que também participavam das brincadeiras. Os destinos escolhidos foram locais com pouca estrutura como o Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais, ou o Recôncavo Baiano.

“A gente viu muitas que não se utilizam de brinquedos comprados, industrializados, elas reúnem o nada e organizam para compor o que elas brincam”, explica, ainda com o encanto da riqueza percebida. “Nesta busca, ela consegue se ver representada por aquelas coisas que ela fez, compôs, arrumou. Cria um diálogo grande com quem ela é.”

Para ela, há um “sufocamento da própria infância” com a quantidade de brinquedos de que algumas são cercadas. “Mesmo os brinquedos mais comuns, como carrinhos e barquinhos, para os meninos, quando são feitos por eles, com latas, tábuas, chinelos, pneus e uma gama de objetos contam uma história e geram um vínculo diferente.”

Ela conta que impressionam os detalhes, por exemplo, em casinhas com panos colocados como toalhas de mesa e flores para decorar. “Foi incrível a diversidade de composições de brinquedos e brincadeiras”, comenta.

Os filhos levaram uma mala de brinquedos que também eram compartilhados e costumavam interessar às demais crianças. “Certamente se você falar que vai dar, eles querem, mas sabem distinguir. Eles dizem, por exemplo, que brinquedo comprado ‘quebra’, ou seja, os deles, em sua percepção, são apenas modificados.”

Texto completo em cartaeducação

 

 


desenhando

Lendo esse texto, que por sinal achei fantástico (por isso compartilho nessa postagem), fico feliz em saber que você tem exercitado e muito essa coordenação motora fina, pois desde cedo já pegou paixão pelos lápis de cor, giz de cera, hidrocor, massas de modelar e segundo sua mãe, de “tudo o que envolve melação” 😀

Antes de ser alfabetizada, a criança precisa desenvolver algumas habilidades que lhe possibilitarão conquistar a coordenação motora fina, que proporcionará a preensão adequada do lápis, o equilíbrio que sustentará a postura correta para se manter sentada e conseguir um bom desempenho da coordenação viso motora e da manutenção da atenção e da concentração, entre outros.

Parece complexo, no entanto, ela conquista isso tudo sozinha, se lhe permitirem o brincar livre. São as experiências sensoriais e motoras registradas que permitirão o bom desempenho cognitivo e facilitarão o processo de aprendizagem.

Sabemos, porém, que tais experiências estão cada vez mais escassas no repertório de atividades de nossas crianças. A alfabetização está ocorrendo cada vez mais cedo, forçando a maturação de estruturas que ainda não estavam preparadas. Mesmo as brincadeiras, têm sido substituídas por programas infantis e desenhos animados. Por mais educativos que aparentem ser, pouco oferecem de útil, pois para o nosso sistema nervoso realizar um registro de experiência, necessita uma vivência real (subir, correr, explorar um objeto com as mãos e sentir sua forma, sua textura, sentir diferentes temperaturas, criar funções para um brinquedo, entender conceitos brincando, por ex. “embaixo” ao passar sob algo, “em cima” ao escalar uma árvore, entre outros) e não a oferta virtual e bidimensional da TV e do computador.

Mamães, educadores e outros que estejam interessados, vale a pena ler o artigo completo em brincandoporai

drawing

Foto: do site brincandoporai

avo1

Diz que essa sou eu….kkkkk

desenhando5

desenhando

desenhando2


halloween1

Pois é, eu não gosto muito dessa parte, comemorar o quê?? mas no mundo inteiro o povo costumizou essa festa e já é tradição e nas escolinhas não é diferente. Você estava todo contente com seu caldeirãozinho de guloseimas e depois com seus coleguinhas todos fantasiados, foi só animação. Antes de mostrar as fotos (do meu esqueletinho mais charmoso e lindo que já ví) vou contar aqui um pouco da história do Halloween, embora muitos conservadores religiosos condenem, a maioria só quer se divertir, não estão nem preocupados com o que essa comemoração significa. E criança, precisa saber porquê? ela quer saber é de brincar e ganhar doces ;). Apesar de não apoiar e nem curti, não podemos nos alienar, ficar à parte da sociedade por conta disso. Cada um que explique aos seus filhos o que achar conveniente!

O Halloween é uma das comemorações mais antigas da história, uma versão ancestral da festa provavelmente surgiu na Europa, centenas de anos antes de Cristo.

O Halloween é uma festa comemorativa celebrada todo ano no dia 31 de outubro, véspera do dia de Todos os Santos. Ela é realizada em grande parte dos países ocidentais, porém é mais representativa nos Estados Unidos. Neste país, levada pelos imigrantes irlandeses, ela chegou em meados do século XIX.

História do Dia das Bruxas

A história desta data comemorativa tem mais de 2500 anos. Surgiu entre o povo celta, que acreditavam que no último dia do verão (31 de outubro), os espíritos saiam dos cemitérios para tomar posse dos corpos dos vivos. Para assustar estes fantasmas, os celtas colocavam, nas casas, objetos assustadores como, por exemplo, caveiras, ossos decorados, abóboras enfeitadas entre outros.

Por ser uma festa pagã foi condenada na Europa durante a Idade Média, quando passou a ser chamada de Dia das Bruxas. Aqueles que comemoravam esta data eram perseguidos e condenados à fogueira pela Inquisição.

Com o objetivo de diminuir as influências pagãs na Europa Medieval, a Igreja cristianizou a festa, criando o Dia de Finados (2 de novembro).

Símbolos e Tradições

Esta festa, por estar relacionada em sua origem à morte, resgata elementos e figuras assustadoras. São símbolos comuns desta festa: fantasmas, bruxas, zumbis, caveiras, monstros, gatos negros e até personagens como Drácula e Frankestein.

As crianças também participam desta festa. Com a ajuda dos pais, usam fantasias assustadoras e partem de porta em porta na vizinhança, onde soltam a frase “doçura ou travessura”. Felizes, terminam a noite do 31 de outubro, com sacos cheios de guloseimas, balas, chocolates e doces.

Halloween no Brasil

No Brasil a comemoração desta data é recente. Chegou ao nosso país através da grande influência da cultura americana, principalmente vinda pela televisão. Os cursos de língua inglesa também colaboram para a propagação da festa em território nacional, pois valorização e comemoram esta data com seus alunos: uma forma de vivenciar com os estudantes a cultura norte-americana.

Críticas

Muitos brasileiros defendem que a data nada tem a ver com nossa cultura e, portanto, deveria ser deixada de lado. Argumentam que o Brasil tem um rico folclore que deveria ser mais valorizado. Para tanto, foi criado pelo governo, em 2005, o Dia do Saci (comemorado também em 31 de outubro).

A comemoração da data também recebe fortes críticas dos setores religiosos, principalmente das religiões cristãs. O argumento é que a festa de origem pagã dissemina, principalmente entre crianças e jovens, idéias e imagens que não correspondem aos princípios e valores cristãos. De acordo ainda com estes religiosos, as imagens valorizadas no Halloween são negativas e contrárias à pratica do bem.

A festa atual guarda poucas semelhanças com os rituais celtas que a inspiraram.

Fonte: brasilescola

halloween
Se preparando…
halloween3
A turminha “esquelética” se apresentando…

halloween2

halloween1

halloween6
E ai? tudo bem?
halloween5
A melhor coisa é brincar..rsrsrsrs
halloween4
Um lanchinho, que ninguém é de ferro!
halloween8
Maquiagem da tia “Lala”…

halloween7 halloween9 halloween10


arthur brincando arthur brincando1
A  brincadeira tornou-se hoje o maior obstáculo para a educação de filhos saudáveis. Na era na informática onde computadores e eletrônicos concorrem a até roubam a infância, os pais muitas vezes não sabem como lidar com a questão.
E de fato tudo é muito complicado mesmo. Muitas vezes, os pais acham que se impedirem os filhos de horas no computador estão isolando-os de um mundo que é o deles. Por outro lado, se empreenderem uma luta por manter e resgatar formas mais saudáveis de brincar parece que estariam obrigando os  filhos a viver uma infância que já se perdeu.
Dessa forma, pergunta-se? É possível um caminho do meio? Sim. A resposta é exatamente esta. Não podemos nem permitir que nossos filhos entreguem à informática sua infância e nem podemos obrigá-los a viver tão somente em um passado saudosista. O caminho é encontrar o equilíbrio entre tantas formas de brincar.
O brincar faz com que a criança se perceba. Faz com que ela reconheça suas potencialidades e seus limites. É o brincar que internaliza na criança  a regra saudável de convivência, e é o brincar que vai ajudá-la a ser um adulto saudável.
Quem não brinca carrega uma amargura na alma. A criança precisa se permitir brincar. Ela organiza e reorganiza um mundo a partir do brinquedo e nós precisamos permitir que elas façam isto senão corremos o risco de torná-las adultos inflexíveis.
Não importa a forma, o brincar precisa de diversidade, de multiplicidade e de simplicidade. É possível uma criança brincar até mesmo com seus próprios dedos.
Brinquedos lúdicos, tradicionais ou modernos podem conviver de forma harmoniosa em casa, na escola ou até mesmo em áreas de lazer comuns em prédios, bairros e shoppings.
É papel dos pais encontrar tempo para acompanhar o brincar das crianças, pois é por meio dele que desponta belo e lindo adulto  pra vida.
Texto: soparamaes

 

generosidade

As pequenas doações do dia a dia contam, e muito, para ajudar o próximo e fazer deste planeta um lugar melhor. Vamos estimular as nossas crianças!

1. Todos temos algo para dar

Pode ser dinheiro ou bens materiais, que são as associações mais comuns quando pensamos em generosidade. Mas também pode ser conhecimento, coisas que nós sabemos e que podem ajudar os outros. Pode ser um abraço, uma palavra de conforto, um carinho. Afinal, a generosidade é, antes de mais nada, uma inclinação do espírito para fazer o bem. Converse com o seu filho e o incentive a dividir. Este é o primeiro passo.

2. Praticar é preciso

A generosidade é uma virtude mais celebrada que praticada. “Ela só brilha, na maioria das vezes, por sua ausência”, escreveu o filósofo francês Comte-Sponville. Se a generosidade se tornou artigo raro, um pouco da culpa é da sociedade atual, calcada em valores como egoísmo e individualismo. “Pensamos muito em nosso próprio umbigo e pouco no dos outros”, diz o também filósofo Mario Sergio Cortella.

Ou seja, é necessário manter o hábito. Reforce em casa a frequência de atitudes generosas. “Em uma sociedade que pede apenas que você receba, nunca doe, a generosidade é um treino”, diz a terapeuta existencial e professora da PUC-SP, Dulce Critelli.

3. Dê o exemplo

O modelo de conduta é essencial para as crianças criarem uma imagem do que é ser generoso. Elas tendem a imitar o que veem em casa. E se vocês se comportam de maneira diferente do que pregam, isso deixa a criança confusa. E, como consequência, há o medo e a insegurança.

4. Não reprima

Todas as crianças passam por fase egoísta – e isso é normal. Elas não querem dividir objetos, brinquedos, alimentos… Fazem birra e ainda se repelem socialmente. E a dica é não deixa-las com medo ou aflitos. É preciso conversar e explicar o que significa o compartilhar e por que isso é tão importante. Só assim elas pode fixar de vez essa ideia.

Texto Stephanie Bevilaqua

Fonte indicada: Educar para crescer


Tem quem chame de balde e quem chame de ofurô, a questão é: esse tipo de banho é um calmante natural para seu bebê .

Essa postagem deveria ter sido feita há mais tempo, mas entre uma coisa e outra me passei, então para a foto não ficar perdida na história e também porque sei que o seu blog está sendo lido por algumas mamães de primeira viagem e futuras mamães, vamos divulgar as vantagens do banho de ofurô, pois realmente acalma quando o bebê está agitado, com cólica e até mesmo para relaxar… e você, Arthur, dormia logo após sair desse banho!

ofurô

ofurô1

O  baby balde, também conhecido como ofurô de plástico. Criado em 1997 por obstetras e parteiros de maternidades da Holanda, o baldinho oferece ao recém-nascido (e bebês de até 6 meses de idade) uma transição tranquila do útero para o mundo. Segundo especialistas, quando os pequenos entram em contato com a água na hora do banho, logo se lembram do meio aquático do útero, um lugar fechado, escuro, quente e seguro. Como o ofurô remete a essa sensação intrauterina, os banhos sãos mais tranquilos e acalmam os bebês. Eles ficam em posição fetal, com pernas e braços encolhidos, submersos do pescoço para baixo e relaxam automaticamente.

Em teoria é fácil acalmar o bebê: pegar no colo, andar com ele pela casa, fazer massagem e até colocar uma música calma para ele escutar. Mas a verdade nua e crua a gente conhece bem! Tem horas que não tem jeito, a mãe respira fundo, entrega para o pai e vai tomar um banho pra relaxar. E aí… Eureka! Um banho relaxante ajuda a relaxar. Tanto que a técnica vem sendo utilizada em UTI´s neonatais, creches, e, claro, em casa, muitas vezes com baldes e/ou ofurôs.

Se você for perguntar para sua mãe, ela vai te dizer que o procedimento é mais antigo do que andar para trás. Mas para quem não conhece, explicamos: coloque aproximadamente ¼ de água no balde em torno dos 37°C e deixe a criança sentadinha dentro.

Para tornar o momento mais prazeroso para o bebê você pode usar ervas naturais. A camomila, por exemplo, pode ser usada em casos de cólica e agitação, já a calendula é útil em casos de assadura.

Precauções

Por mais que o banho de balde pareça simples, é preciso muito cuidado para fazê-lo. Afinal, estamos falando do nosso bebê e existem alguns aspectos que precisamos nos atentar. Primeiramente ter certeza de que o balde está em bom estado, não possuir resíduos de produtos de limpeza e não está descascando ou com farpas. O ideal é que ele seja usado apenas para dar banho no bebê.

Em hipótese alguma o bebê pode ficar sozinho, pois ele corre o risco de se afogar ou de o balde virar. Segundo os pediatras, é até melhor que haja mais de uma pessoa no local quando o bebê estiver tomando banho.

O banho não deve demorar muito, 20  minutos é um bom tempo. Isso porque a pele do bebê é mais fina que a do adulto e pode ficar enrugada e perder as camadas de gordura, importantes para a saúde do bebê. É importante segurar seu filho bem, para que ele não caia dentro do balde. Você também pode massagear suas costas e bracinhos para que ele fique mais relaxado.

Crédito de parte do texto: paisefilhos

ofurô1



%d blogueiros gostam disto: