Aqui começa a minha jornada, no mundo maravilhoso do sentimento de SER "Simplesmente Avó"

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Muito interessante esse artigo que achei no site “Laboratório de Educação“, em parceria com Catraquinha.

Créditos: Shutterstock. Os micróbios têm um papel importante no sistema imunológico, daí a importância de deixar as crianças se sujarem sem preocupações excessivas, defende o pesquisador.

Pesquisas indicam que nem toda sujeira é prejudicial e apontam até que algumas delas podem contribuir para o aumento da imunidade da criança.

Chupeta que cai no chão e volta direto para a boca. Cachorro que lambe o rosto dos bebês engatinhando. Criança com a mão suja de terra chupando o dedo. Todas essas cenas são comuns da infância. Ainda assim, são preocupações recorrentes dos pais.

Para apaziguar o instinto protetor dos pais e cuidadores, estudos apontam que nem todas essas preocupações são necessárias e, mais do que isso, indicam que o excesso de higiene pode trazer até malefícios para a saúde dos pequenos.

O estudo do ‘microbioma’, ou seja, os micróbios que habitam o nosso corpo, é um campo da ciência que vem se ampliando nos últimos anos. A proposta é analisar qual o papel dos micróbios no sistema imunológico e provar como a falta deles pode se associar a problemas como asma, obesidade, diabetes e outros.

Emanuel Sarinho, presidente do Departamento Científico de Alergia da Sociedade Brasileira de Pediatria, afirma, em entrevista ao jornal O Globo, que a recomendação desmedida de antibióticos, por exemplo, também afeta o sistema imune. “Antibiótico só atua contra bactérias, e muitas vezes as crianças têm quadros virais. Esses remédios são maravilhosos, mas seu uso não pode ser banalizado, justamente porque eles matam também as bactérias do bem.”

O pesquisador defende que, principalmente nos primeiros anos de vida da criança, é importante deixá-los expostos a certas “sujeiras” para criar respostas imunológicas e desenvolver resistência.

“Precisamos pensar no que é mais importante na promoção da saúde: nos mantermos afastados dos micróbios ou sermos imunes a eles?”, questiona, referindo-se a uma tendência atual no sentido de melhorar a resposta imunológica, diminuindo a prescrição de antibióticos para estimular a imunidade natural das crianças.

Essa exposição aos “micróbios bons” é fundamental durante a primeira infância, argumenta o pesquisador que, além de contar casos e citar pesquisas, defende que a exposição a determinadas sujeiras ajudam a melhorar a microbiota (bactérias, vírus e fungos nanturais do organismo) dos filhos.

No livro “Let Them Eat Dirt” (em tradução livre, “Deixe as crianças comerem terra”), Brett Finlay, microbiologista da Universidade de British Columbia, no Canadá, defende a importância dos micróbios na primeira infância. Apesar de parecer um exagero à primeira vista, o título se refere à importância de deixar as crianças livres para brincar, se sujar, descobrir a natureza, os animais, sem preocupações excessivas com limpeza. Segundo ele, o “excesso de higienização do mundo” é recente, uma tendência de 30 anos para cá.

Em entrevista ao Catraquinha (*), a psicóloga Isabel Gervitz, do Laboratório de Educação, afirma que o conceito de sujeira é uma construção histórica e cultural. “Compreendemos a sujeira como um ‘desvalor’, e percebemos isso em vários aspectos ligados à infância, como a preocupação excessiva dos adultos com o fato de a criança se sujar ao brincar”.

Sem exageros, é claro, vale, então, deixarmos a criança, ainda pequena, explorar o ambiente à sua volta, brincando e também se sujando um bocadinho!

(*) O Catraquinha é fruto de uma parceria entre o Instituto Alana e o Catraca Livre. O site reúne informações interessantes para pais, educadores e familiares – de agenda cultural a projetos transformadores para a infância – com o intuito de empoderá-los para que interfiram positivamente no desenvolvimento das crianças, deixando-as exercer em sua plena potência a criatividade e a autonomia.

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O que aprende uma criança cuja refeição é feita, a louça é lavada e a roupa é guardada sem que ela tenha que mexer um dedo?

Esse tipo de iniciativa é um estímulo para as crianças, que apreciam a confiança depositada nelas, ainda que demandem o acompanhamento dos pais. Delegar à criança algumas tarefas contribui para o desenvolvimento do seu senso de responsabilidade, sua maturidade, seu cuidado com as coisas e sua compreensão do funcionamento básico de uma casa. Afinal, o que ela aprende deixando a roupa suja no cesto e depois só a vendo, como que por mágica, limpa e passada dentro do armário?

Incorporar as crianças no dia a dia da casa – solicitando tarefas adequadas à idade, é claro – significa reconhecê-las como seres capazes, significa confiar nas suas competências de aprender com tais desafios. À medida que a criança conquista graus de autonomia – consegue ir ao banheiro, comer e tomar banho sozinha, por exemplo -, ela pode assumir responsabilidades proporcionais.

O site diiirce.com.br publicou recentemente uma planilha indicando maneiras apropriadas  das crianças ajudarem nas tarefas de casa, com base na faixa etária em que se encontram.

Fonte: todacriancapodeaprender

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Achei esse texto muito bom, pois me remeteu a minha infância, quando tudo o que achávamos pela frente era usado para momentos lúdicos, com muita criatividade

Um foguete, uma varinha mágica, um trem ou qualquer tipo de animal estão entre as muitas formas que um simples graveto pode tomar pela criatividade e imaginação (principalmente) das crianças. O exercício é importante para o desenvolvimento e para a construção autoral dos pequenos e, ter esta consciência, ajuda os adultos a garantir que haja momentos livres de brinquedos prontos.

Crianças podem e devem transformar qualquer objeto em brincadeira para estimular a criatividade, a imaginação e a capacidade de construir.

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Foto: Território do Brincar

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Capim e tecido se tornam ‘boneca em batizado’. Foto: Território do Brincar

Criadora da plataforma de brincadeiras Massacuca, Graziela Iacooca, conta que, ao contrário de muitos adultos, as crianças não precisam de instruções para brincar com objetos do cotidiano. “A nossa proposta é tirar o lúdico de objetos normais, o que a criança sabe fazer. Estamos ensinando os adultos a disponibilizar isso para os pequenos”, comenta.

O caso mais famoso é o tradicional baú de tesouros. Basta uma caixa, balde ou sacola e diferentes objetos da casa, como utensílios de cozinha em tamanhos e materiais variados. “Daí podem sair narrativas de histórias incríveis ou um bolo ou qualquer coisa que a criança queira e ela vai se divertir não apenas com os objetos, mas com a criação”, comenta Graziela.

Os mesmos objetos podem ser também contornados, congelados, ornamentados, mergulhados na água, enterrados e assim por diante. “Não somos exatamente contra brinquedos, mas contra o excesso de brinquedos e contra os que têm uma função específica”, explica.

O brincar espontâneo é objeto de pesquisa da cineasta Renata Meirelles. Por conta disso, viajou por 9 estados e estabeleceu-se em 14 comunidades diferentes durante 1 a 3 meses para estudar o assunto e produzir o documentário Território do Brincar, lançado este ano. “O foco foi sempre entender o que a criança faz, elas que dizem o que querem nos mostrar”, conta.

Ela e o marido viajaram com os dois filhos, agora com 6 e 8 anos, que também participavam das brincadeiras. Os destinos escolhidos foram locais com pouca estrutura como o Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais, ou o Recôncavo Baiano.

“A gente viu muitas que não se utilizam de brinquedos comprados, industrializados, elas reúnem o nada e organizam para compor o que elas brincam”, explica, ainda com o encanto da riqueza percebida. “Nesta busca, ela consegue se ver representada por aquelas coisas que ela fez, compôs, arrumou. Cria um diálogo grande com quem ela é.”

Para ela, há um “sufocamento da própria infância” com a quantidade de brinquedos de que algumas são cercadas. “Mesmo os brinquedos mais comuns, como carrinhos e barquinhos, para os meninos, quando são feitos por eles, com latas, tábuas, chinelos, pneus e uma gama de objetos contam uma história e geram um vínculo diferente.”

Ela conta que impressionam os detalhes, por exemplo, em casinhas com panos colocados como toalhas de mesa e flores para decorar. “Foi incrível a diversidade de composições de brinquedos e brincadeiras”, comenta.

Os filhos levaram uma mala de brinquedos que também eram compartilhados e costumavam interessar às demais crianças. “Certamente se você falar que vai dar, eles querem, mas sabem distinguir. Eles dizem, por exemplo, que brinquedo comprado ‘quebra’, ou seja, os deles, em sua percepção, são apenas modificados.”

Texto completo em cartaeducação

 

 


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Lendo esse texto, que por sinal achei fantástico (por isso compartilho nessa postagem), fico feliz em saber que você tem exercitado e muito essa coordenação motora fina, pois desde cedo já pegou paixão pelos lápis de cor, giz de cera, hidrocor, massas de modelar e segundo sua mãe, de “tudo o que envolve melação” 😀

Antes de ser alfabetizada, a criança precisa desenvolver algumas habilidades que lhe possibilitarão conquistar a coordenação motora fina, que proporcionará a preensão adequada do lápis, o equilíbrio que sustentará a postura correta para se manter sentada e conseguir um bom desempenho da coordenação viso motora e da manutenção da atenção e da concentração, entre outros.

Parece complexo, no entanto, ela conquista isso tudo sozinha, se lhe permitirem o brincar livre. São as experiências sensoriais e motoras registradas que permitirão o bom desempenho cognitivo e facilitarão o processo de aprendizagem.

Sabemos, porém, que tais experiências estão cada vez mais escassas no repertório de atividades de nossas crianças. A alfabetização está ocorrendo cada vez mais cedo, forçando a maturação de estruturas que ainda não estavam preparadas. Mesmo as brincadeiras, têm sido substituídas por programas infantis e desenhos animados. Por mais educativos que aparentem ser, pouco oferecem de útil, pois para o nosso sistema nervoso realizar um registro de experiência, necessita uma vivência real (subir, correr, explorar um objeto com as mãos e sentir sua forma, sua textura, sentir diferentes temperaturas, criar funções para um brinquedo, entender conceitos brincando, por ex. “embaixo” ao passar sob algo, “em cima” ao escalar uma árvore, entre outros) e não a oferta virtual e bidimensional da TV e do computador.

Mamães, educadores e outros que estejam interessados, vale a pena ler o artigo completo em brincandoporai

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Foto: do site brincandoporai

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Diz que essa sou eu….kkkkk

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Pois é, eu não gosto muito dessa parte, comemorar o quê?? mas no mundo inteiro o povo costumizou essa festa e já é tradição e nas escolinhas não é diferente. Você estava todo contente com seu caldeirãozinho de guloseimas e depois com seus coleguinhas todos fantasiados, foi só animação. Antes de mostrar as fotos (do meu esqueletinho mais charmoso e lindo que já ví) vou contar aqui um pouco da história do Halloween, embora muitos conservadores religiosos condenem, a maioria só quer se divertir, não estão nem preocupados com o que essa comemoração significa. E criança, precisa saber porquê? ela quer saber é de brincar e ganhar doces ;). Apesar de não apoiar e nem curti, não podemos nos alienar, ficar à parte da sociedade por conta disso. Cada um que explique aos seus filhos o que achar conveniente!

O Halloween é uma das comemorações mais antigas da história, uma versão ancestral da festa provavelmente surgiu na Europa, centenas de anos antes de Cristo.

O Halloween é uma festa comemorativa celebrada todo ano no dia 31 de outubro, véspera do dia de Todos os Santos. Ela é realizada em grande parte dos países ocidentais, porém é mais representativa nos Estados Unidos. Neste país, levada pelos imigrantes irlandeses, ela chegou em meados do século XIX.

História do Dia das Bruxas

A história desta data comemorativa tem mais de 2500 anos. Surgiu entre o povo celta, que acreditavam que no último dia do verão (31 de outubro), os espíritos saiam dos cemitérios para tomar posse dos corpos dos vivos. Para assustar estes fantasmas, os celtas colocavam, nas casas, objetos assustadores como, por exemplo, caveiras, ossos decorados, abóboras enfeitadas entre outros.

Por ser uma festa pagã foi condenada na Europa durante a Idade Média, quando passou a ser chamada de Dia das Bruxas. Aqueles que comemoravam esta data eram perseguidos e condenados à fogueira pela Inquisição.

Com o objetivo de diminuir as influências pagãs na Europa Medieval, a Igreja cristianizou a festa, criando o Dia de Finados (2 de novembro).

Símbolos e Tradições

Esta festa, por estar relacionada em sua origem à morte, resgata elementos e figuras assustadoras. São símbolos comuns desta festa: fantasmas, bruxas, zumbis, caveiras, monstros, gatos negros e até personagens como Drácula e Frankestein.

As crianças também participam desta festa. Com a ajuda dos pais, usam fantasias assustadoras e partem de porta em porta na vizinhança, onde soltam a frase “doçura ou travessura”. Felizes, terminam a noite do 31 de outubro, com sacos cheios de guloseimas, balas, chocolates e doces.

Halloween no Brasil

No Brasil a comemoração desta data é recente. Chegou ao nosso país através da grande influência da cultura americana, principalmente vinda pela televisão. Os cursos de língua inglesa também colaboram para a propagação da festa em território nacional, pois valorização e comemoram esta data com seus alunos: uma forma de vivenciar com os estudantes a cultura norte-americana.

Críticas

Muitos brasileiros defendem que a data nada tem a ver com nossa cultura e, portanto, deveria ser deixada de lado. Argumentam que o Brasil tem um rico folclore que deveria ser mais valorizado. Para tanto, foi criado pelo governo, em 2005, o Dia do Saci (comemorado também em 31 de outubro).

A comemoração da data também recebe fortes críticas dos setores religiosos, principalmente das religiões cristãs. O argumento é que a festa de origem pagã dissemina, principalmente entre crianças e jovens, idéias e imagens que não correspondem aos princípios e valores cristãos. De acordo ainda com estes religiosos, as imagens valorizadas no Halloween são negativas e contrárias à pratica do bem.

A festa atual guarda poucas semelhanças com os rituais celtas que a inspiraram.

Fonte: brasilescola

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Se preparando…
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A turminha “esquelética” se apresentando…

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E ai? tudo bem?
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A melhor coisa é brincar..rsrsrsrs
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Um lanchinho, que ninguém é de ferro!
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Maquiagem da tia “Lala”…

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A  brincadeira tornou-se hoje o maior obstáculo para a educação de filhos saudáveis. Na era na informática onde computadores e eletrônicos concorrem a até roubam a infância, os pais muitas vezes não sabem como lidar com a questão.
E de fato tudo é muito complicado mesmo. Muitas vezes, os pais acham que se impedirem os filhos de horas no computador estão isolando-os de um mundo que é o deles. Por outro lado, se empreenderem uma luta por manter e resgatar formas mais saudáveis de brincar parece que estariam obrigando os  filhos a viver uma infância que já se perdeu.
Dessa forma, pergunta-se? É possível um caminho do meio? Sim. A resposta é exatamente esta. Não podemos nem permitir que nossos filhos entreguem à informática sua infância e nem podemos obrigá-los a viver tão somente em um passado saudosista. O caminho é encontrar o equilíbrio entre tantas formas de brincar.
O brincar faz com que a criança se perceba. Faz com que ela reconheça suas potencialidades e seus limites. É o brincar que internaliza na criança  a regra saudável de convivência, e é o brincar que vai ajudá-la a ser um adulto saudável.
Quem não brinca carrega uma amargura na alma. A criança precisa se permitir brincar. Ela organiza e reorganiza um mundo a partir do brinquedo e nós precisamos permitir que elas façam isto senão corremos o risco de torná-las adultos inflexíveis.
Não importa a forma, o brincar precisa de diversidade, de multiplicidade e de simplicidade. É possível uma criança brincar até mesmo com seus próprios dedos.
Brinquedos lúdicos, tradicionais ou modernos podem conviver de forma harmoniosa em casa, na escola ou até mesmo em áreas de lazer comuns em prédios, bairros e shoppings.
É papel dos pais encontrar tempo para acompanhar o brincar das crianças, pois é por meio dele que desponta belo e lindo adulto  pra vida.
Texto: soparamaes

 

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As pequenas doações do dia a dia contam, e muito, para ajudar o próximo e fazer deste planeta um lugar melhor. Vamos estimular as nossas crianças!

1. Todos temos algo para dar

Pode ser dinheiro ou bens materiais, que são as associações mais comuns quando pensamos em generosidade. Mas também pode ser conhecimento, coisas que nós sabemos e que podem ajudar os outros. Pode ser um abraço, uma palavra de conforto, um carinho. Afinal, a generosidade é, antes de mais nada, uma inclinação do espírito para fazer o bem. Converse com o seu filho e o incentive a dividir. Este é o primeiro passo.

2. Praticar é preciso

A generosidade é uma virtude mais celebrada que praticada. “Ela só brilha, na maioria das vezes, por sua ausência”, escreveu o filósofo francês Comte-Sponville. Se a generosidade se tornou artigo raro, um pouco da culpa é da sociedade atual, calcada em valores como egoísmo e individualismo. “Pensamos muito em nosso próprio umbigo e pouco no dos outros”, diz o também filósofo Mario Sergio Cortella.

Ou seja, é necessário manter o hábito. Reforce em casa a frequência de atitudes generosas. “Em uma sociedade que pede apenas que você receba, nunca doe, a generosidade é um treino”, diz a terapeuta existencial e professora da PUC-SP, Dulce Critelli.

3. Dê o exemplo

O modelo de conduta é essencial para as crianças criarem uma imagem do que é ser generoso. Elas tendem a imitar o que veem em casa. E se vocês se comportam de maneira diferente do que pregam, isso deixa a criança confusa. E, como consequência, há o medo e a insegurança.

4. Não reprima

Todas as crianças passam por fase egoísta – e isso é normal. Elas não querem dividir objetos, brinquedos, alimentos… Fazem birra e ainda se repelem socialmente. E a dica é não deixa-las com medo ou aflitos. É preciso conversar e explicar o que significa o compartilhar e por que isso é tão importante. Só assim elas pode fixar de vez essa ideia.

Texto Stephanie Bevilaqua

Fonte indicada: Educar para crescer



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