Aqui começa a minha jornada, no mundo maravilhoso do sentimento de SER "Simplesmente Avó"

Arquivo da categoria: Arthur

Quando uma avó vê seu neto pela primeira vez, floresce como pessoa, evolui como ser humano e as emoções se intensificam até alcançar um nível indescritível. Não importa se é seu primeiro ou oitavo neto. Todos são jóias de um lindo colar, tesouros de uma nova geração que são paparicados com muito amor.

Uma das coisas que muitas pessoas podem sentir quando, de repente, chega o primeiro neto é que acabam de entrar no outono das suas vidas. Já sou tão velha como dizem? O simples fato de que meus filhos já têm filhos significa que sou “uma senhora”? De forma alguma.

É comum que se perguntem como delimitar cada espaço em que estão inseridas, e cada responsabilidade que possuem. Elas sabem e entendem que seu papel não é o de “criar” ou de “educar”, esse aspecto já deixaram para trás, são tarefas dos pais. As avós de hoje em dia querem apenas uma coisa: ser esse apoio emocional e essa conselheira disponível, amável e mediadora na vida do recém-nascido.

A máxima aspiração de qualquer avó é ganhar o coração dos netos. Ela deseja ocupar para sempre um pedacinho muito especial do seu interior, quer passar o máximo de tempo possível com eles, mas sabe e entende que sua parcela restante de vida é, obviamente, mais limitada que a de seus netos.

Assim, uma das suas tarefas é a de transmitir uma educação baseada nas emoções, no reconhecimento, na força de um vínculo que deve acompanhar para sempre, seu ou seus netos, que serão os adultos do futuro. A avó vai renascer como o melhor modelo, uma pessoa que inspira, que dá bons conselhos, que permite crescer sem punir, que cultiva a esperança, que é o abraço de todos os dias, a mão que acaricia, o presente dado às escondidas e aquele eterno sorriso de cumplicidade.

Adaptado do Texto de Éres Mamá

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Sua mãe comprou a máscara do Batman para combinar com a camisa que você tinha escolhido, mas de última hora você não quis e lá se foi para o carnaval com a fantasia do homem aranha.

Ah, mas antes de irmos para o carnaval no Conde, teve também o carnaval de praxe promovido por sua escolhina, encerrando as atividades antes do recesso e a sua fantasia foi a do Mágico do “Magico de OZ”.

Vamos ver as fotos e vídeo dos dois carnavais 😀

Vídeo:

Fotos: Carnaval na escolinha:

Fazendo um coração de espuma

Com a Pró

Fotos: Carnaval no Conde

Folia lá no Conde


Ter amigos é bom e mantê-los melhor ainda. Convivência de criança tem que ser sadia e incentivada pelos pais, não só bom pela sociabilização, como pela criação de laços de fraternidade, companheirismo e formação da civilidade.

Aniversários, encontros, passeios, sempre esta patotinha de um jeito ou de outro se encontra.

Sabemos que de alguma forma talvez a vida os separe lá na frente, pois cada um segue o seu próprio rumo. Talvez uma mudança de cidade, de escola ou até mesmo do País, mas enquanto houver encontros ou laços afetivos criados poderá haver o reencontro depois.

Na escola, no esporte, no shopping, na fazenda ou em qualquer um outro passeio, vamos registrando esses momentos para mais tarde relembrar, não é?


Dessa vez vovó ficou pouco tempo com você, pois estava lá tomando conta de sua priminha Cecília, mas tivemos nossos momentos juntinhos também, aproveitei o máximo para desfrutar de alguns momentos com você. Nunca são suficientesm mas tiro proveito dos que posso ter. Te levei ao parquinho “Play Kids”, participei do carnaval na escolinha e como não podia deixar de faltar, uns dias gostosos na roça, no sítio da vovó, onde passamos o carnaval lá no Conde, sem faltar nosso costumeiro banho de piscina!

Desta vez também teve  almoço no Shopping, em Salvador, só nós dois no restaurante. Houve aqui um episódio em que você chorou pela primeira vez, por esse motivo, talvez porque já estivesse com sono. Foi quando eu não comprei todos os doces que você queria num quiosque do Shopping, comprei poucos e você queria mais. Expliquei porque não e depois que chorou, ficou querendo esconder o rosto, eu então perguntei porque estava escondendo o rosto. Você me respondeu que era porque não queria que ninguém visse, que tinha vergonha de alguém lhe ver chorar. Então, no outro dia, tive uma conversa séria com você: disse-lhe que chorar é limpar a alma, é limpar nossas frustrações, mas também podemos chorar de alegria, de felicidade e que não era vergonha chorar, que todo mundo chora algum momento na vida. Disse-lhe mais que não se pode represar a emoção, que o sentimento precisa ser exposto tanto faz ser de alegria, quanto de tristeza, porque se prendermos as emoções, adoecemos.  Você me olhou sério e perguntou: é verdade, vovó? e me prometeu que não ia ter mais vergonha disso.

Na vez passada, quando vovó veio para o nascimento da outra priminha Helena, fomos passear de ônubus de dois andares (como vc chama) por Salvador, cuja postagem já publiquei aqui.

Vovó vem embora e fica sempre uma grande saudade e gostinho de quero mais ❤

 


Como sempre, quando vou ao Brasil atraso todas as postagens…. 🙂 mas vamos lá!

Começando pela sua participação, Arthur, no Natal tradicional que nossa família faz lá na roça, no Sítio da Vovó. Lá é onde você desfruta de todo o contato com a natureza, se suja de terra, brinca livremente pelo chão e ainda dorme de rede. Ahh, na véspera do natal você colocou cookies e leite para o papai noel, antes de ir dormir. E no dia seguinte, o que ganhou de presente? Uma bicicleta azul, o bom velhinho teve foi dificuldade para achar na cor que vc pediu 🙂

Aproveitando as suas férias de final de ano, como você já propagou aos quatro cantos que passou 23 dias passeando, se foi isso tudo é que não sei…kkkkk. Teve também a companhia dos seus amiguinhos.

Mas antes de vermos as fotos do Natal, vamos lembrar seu passeio à Aracaju?

Natal na roça


Você fazendo o que mais gosta de fazer: correr e brincar no meio da natureza, tomar banho de mar e é claro, banho de bacia ao ar livre, o que não lhe faltou tanto na casa da vovó, como na casa da tia-avó Cadinho, que também tem um sítio lá coladinho ❤ . Se esbaldou também com Belinha, a cadela mansinha e amorosa da tia Cadinho.

A sensação daquele momento foi o “laaazeeerrrrr” e os carrinhos que mudam de cor ao contato da água gelada, que ganhou da tia Lala! Mas brincou também com o carro de controle remoto que a vovó deu, ficou encantado com o longo alcance que o controle atingia, subindo em obstáculos iguais a pedras, grama e até pequenos batentes.

Mas aguardem que em daqui a uns dias tem mais, pois a mamãe vai entrar de férias e você também…

Digno de registro é esse encontro amoroso das quatro gerações, que certamente ficará para a posteridade.

 


Acredito que a maioria sabe quem é o Luccas Neto, pelo menos quem tem criança em casa. É um youtuber brasileiro famoso entre as crianças, que é irmão do outro vlogger Felipe Neto que eu não gosto pelos vídeos que já vi. O conteúdo do seu canal visa a faixa etária entre 3 a 9 anos. Possui mais de 18 milhões de inscritos e mais de 3 bilhões de visualizações acumuladas. E como na era digital é quase impossível manter a gurizada longe dela (porque tem os coleguinhas que influenciam, tem as propagandas etc), o meu netinho não escapou dessa. A ele só é permitido ver os canais do youtube que são restritos, previamente selecionados pelos pais, e somente nos fins de semana. E como tal, ficou fã desse Luccas Neto. Porém tem também os canais educativos que ele gosta e se interessa como a exploração do espaço e fenômenos da natureza e gosta também de ciências, nessa idade de 5 anos!

Agora é de responsabilidade dos pais administrar isso para não extrapolar, pois tem a fase de tudo. Ele já teve a da galinha pintada, da peppa pig etc.

Li algo que achei coerente sobre os três pilares sobre esse assunto:

1) Como toda moda entre crianças, essa também será passageira;

2) Nós já tivemos essa idade e já chocamos nossos pais com porcarias similares;

3) É impossível criar filhos em uma redoma.

Mas a influência sobre eles vai até um limite. Até o amiguinho da escola começar a falar dos YouTubers da moda. Ou os vizinhos da rua começarem a cantar em coro no pula-pula: “Ooooooolha a explosão”. Um filho numa redoma é um filho sem amigos. Cortar o embalo é cortar o assunto em comum que eles terão daqui em diante. E, é bom ter sempre em mente, não temos o monopólio do bom gosto. Se sobrevivemos ao Xou da Xuxa, à Banheira do Gugu e aos Mamonas Assassinas eles também podem.

E espero que essa fase passe logo 🙂

E chegou a vez de Salvador receber o Luccas Neto num show na Concha Acústica do Teatro Castro Alves. A mãe comprou os ingressos e lá foram eles. Arthur, no dia, pulou da cama e perguntou se já estava na hora do show, de tão ansioso que estava. Liguei para ele e o mesmo me disse: “vovó, eu vou sim para o show, com os meus amigos João Pedro e Sara, depois eu lhe conto” rsrsrsrs aguento com isso?? kkkkk

Aí está o resultado.

Com os amiguinhos na Concha Acústica

A platéia só dá eles!



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