Aqui começa a minha jornada, no mundo maravilhoso do sentimento de SER "Simplesmente Avó"

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As injeções de clexane são indicadas para pacientes com trombofilia, histórico de trombose, abortos espontâneos sucessivos entre outros casos. Na maior parte das vezes a mulher começa a usar as injeções de clexane assim que descobre a gestação. É um dos momentos mais tensos do tratamento.

Geralmente a injeção de clexane, que é subcutânea, é aplicada na barriga da paciente. Minha filha disse que as primeiras injeções foram doloridas e a enteada aplicou, mas depois ela decidiu que iria se aplicar, para não ficar dependente dos outros, já que tem que tomar todos os dias até o final da gravidez. Tem efeito colateral de náuseas e vômitos, provocados minutos após a aplicação.

Conforme a barriga cresce e a pele estica você acaba atingindo as veias e isso acaba deixando a sua pele mais roxa, com alguns hematomas. O ideal é sempre diversificar o local da picada para deixar a pele voltar ao normal.

A maior parte das mulheres precisa fazer uso da  clexane   até 45 dias após o parto. No período do puerpério ainda é arriscado ocorrer um caso de trombose, por isso a necessidade de fazer o tratamento correto.

 

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Você agora está engordando, até 30 gramas por dia e deve estar pesando por volta de 2,7 quilos, com uns 40 ou 45 centímetros de comprimento. Sua mamãe já está começando a sentir a pressão no baixo ventre e a consulta do pré-natal agora é semanal. A sua pele começa a perder a fina camagem de penugem e o chamado verniz caseoso que a cobriam e protegiam. Isso tudo você engole, tanto os pelos, como o verniz caseoso, o que vai se tornar seu primeiro cocô 🙂

Fonte: babycenter

Agora, um lindo momento de plenitude de sua mamãe, que a carrega no ventre, com muito amor e do seu papai, que a aguarda ansioso para lhe mimar e amar!


Não é nenhuma novidade que você gosta desses assuntos: natureza, astros, sistema solar, galáxias ..rsrsrs…eu fico boquiaberta, mas esse mês teve uma atividade da sua escolinha de mostrarem sobre isso em vídeo na sala de aula. Soube que você não desgrudava os olhinhos da tela e me supreendi com sua expressão de concentração. Olha só!

Registrando esse momento escolar, sobre a explosão solar.

 


Minha filha caçula descobriu que é portadora de Trombofilia. Ela tinha abortos recorrentes e então descobriu o problema. Eu nunca tinha ouvido falar. Quando fui atrás, me assustei com a incidência e gravidade da situação. Aí a notícia depois não é nada animadora, pois o tratamento é feito à base de injeções diárias, que são caríssimas. Mas, correndo atrás de informações, ela descobriu sobre a gratuidade amparada por lei, pois afinal é uma gravidez de alto risco tanto para a mãe como para o bebê.

Portanto, se você é portadora de Trombofilia e está grávida, pode fazer uso do remédio através do SUS.

Mas a forma para se conseguir varia um pouco em cada Estado. O tipo (marca) de anticoagulante também, mas são todos com a mesma formulação.

A primeira coisa que você precisa fazer, é comparecer à um Centro de saúde (posto de saúde), com os exames e relatórios. 

Geralmente, os obstetras e hematologistas que conhecem e tratam gestantes com trombofilia, sabem exatamente como deve ser esse relatório. Os documentos são encaminhados para a Secretaria de Saúde e os medicamentos são retirados mensalmente, no Centro de Saúde que você solicitou.

Em Salvador, a Prefeitura Municipal, através da sua Secretaria de Saúde, tem um convênio com o SUS e o procedimento é similar. Minha filha primeiro teve que se cadastrar no programa e teve que levar o relatório médico (com tudo explicado, com quantidade de meses do tratamento, a dose a ser utilizada), ultrassonografia (lembrar de levar cópia do laudo, porque eles ficam com uma via), cartão do SUS, RG, CPF (originais e cópias) comprovante de residência (água, luz ou telefone no nome da paciente) e receita médica. Eles tem um prazo de 15 dias para dá uma resposta, mas no caso dela, tivemos sorte da minha irmã trabalhar na área de saúde e o processo correu um pouco mais rápido. É importante guardar um dinheiro para caso de eventualidades desagradáveis venham a acontecer, como por exemplo, o atraso na entrega mensal do medicamento (e você não pode interromper nem um dia sequer) e também as primeiras injeções teram que ser pagas do seu bolso, até conseguir as do SUS.

As injeções de enoxaparina sódica (nome da fórmula) são extremamente caras. Em média cada seringa vai custar entre 38,00 a 55,00 reais. Agora imagine arcar com esses valores durante 10 meses. Inviável para a maioria da população.

Guarde todos os documentos que você pegar – receitas, cartas, laudos, qualquer documento relativo a sua gestação ou prontuário médico. Sério, isso fará uma grande diferença no futuro, caso precise de um advogado.

As mulheres grávidas são até cinco vezes mais propensas a sofrer trombofilia, uma condição na qual as veias e artérias são obstruídas por coágulos, e que pode provocar desde inchaço e alterações na pele até o desprendimento da placenta, pré-eclâmpsia, restrição no crescimento do feto, parto prematuro e aborto. Por isso, o SUS disponibilizará, em até 180 dias, o medicamento enoxaparina 40 mg para tratar essas pacientes. O Secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde tornou pública a decisão no Diário Oficial da União , por meio da Portaria Nº 10, de 24 de janeiro de 2018.

De acordo com as análises realizadas pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (CONITEC), a enoxaparina reduz a taxa de aborto nas gestantes com trombofilia. Em testes realizados com o medicamento, também se observou que o número de bebês nascidos vivos foi maior no grupo de mulheres grávidas que se tratavam com esse fármaco.

As evidências demonstram que esse medicamento tem mais benefícios que o ácido acetilsalicílico, atualmente usado no SUS para tratar as pacientes. Por esse motivo, a CONITEC recomendou a incorporação da enoxaparina 40 mg na rede pública de clínicas, hospitais e postos de saúde.


 

Dias de espera e ansiedade. De sua mamãe e sua vovó ❤ , já era para ver quem estava chegando nessa mais recente ultrassonografia morfológica, mas você estava de preguicinha e ficou de barriga para baixo, a médica a sacudiu para cá e prá la e nadaaaa…e numas dessas manobras vc virou mas também não foi possível achar o “x” da questão, o cordão umbelical estava entre as pernas…kkkk. Resultado? Sua mãe fez o exame de sexagem fetal, que é 99% correto e já sabemos que você é uma menina! Cecília ❤

Estamos já na 14a. semana. E a notícia da semana se chama cabelos! Já tem cabelo, não apenas na cabeça e sobrancelhas, mas no corpo todo. Esse cabelo na verdade é uma penugem superfina que geralmente desaparece antes do nascimento. Alguns músculos já começam a funcionar. Nessa semana, o bebê movimenta os dedos para “pegar”, consegue piscar, franzir a testa, fazer caretas e até chupar o dedo. Os pesquisadores acreditam que esses e outros movimentos correspondam ao desenvolvimento de impulsos no cérebro. Fonte: BabyCenter

Você está sendo carregada no ventre pela minha filha caçula, sua mamãe, Marília Seixas, e já estou começando a sonhar novamente como vai ser a carinha, com quem vai parecer e que novos aprendizados vem nos trazer! Acredito que Deus nos dá aquilo que merecemos ter e que tudo vem no tempo certo e no compasso que Ele determina! Já me pego fazendo planos novamente e radiante de felicidade por minha filha, que tanto desejava ter seu bebê! Que você seja guiada e trazida com muita paz, saúde e sabedoria para nos ensinar novos valores e o modo de viver de uma NOVA ERA!


A celebração do dia dos avós é feita através de eventos e de atividades que prestam homenagem e que pretendem demonstrar carinho e apreço a todos os avós, especialmente nas escolinhas!

A data escolhida para a celebração do Dia dos Avós é o dia 26 de julho, por este ser o dia de Santa Ana e São Joaquim, pais de Maria e avós de Jesus Cristo,considerados os padroeiros de todos os avós pela Igreja Católica. No dia 26 de julho de 1584, o Papa Gregório VIII  canonizou os avós de Jesus Cristo, por isso a escolha desta data para a celebração. Aliás, já tem um post falando sobre isso, aqui no blog.

Uma passagem de Arthur. Ele chegou em casa todo entusiasmado dizendo a mãe: “mamãe, sabe quantas pessoas tinham uma foto da vovó no gelo? Nenhuma!! Só eu!”. Me acabei de rir. E aqui está a foto que ele estava se referindo (a vovó no gelo).

A festinha da escola deste ano de 2018. Embora ainda não tive a chance de comemorar ao lado do meu netinho, espero que no futuro possa a mim ser permitido desfrutar dessa alegria, já então com os meus 3 netinhos!

Momentos com os outros vovôs e vovó paterna.

Disse que essa casa era a casa da vovó Goreth, pois tem árvores e se tem árvores tem casa de abelha…rsrsrs…olha só a casa da abelha 🙂

Diz que esse vestido é estampado…kkk ❤ ❤ ❤

 

 


Hoje vamos falar sobre esse problema, com informações que podem ajudar outras pessoas que passam por essa situação.

Trombofilia é muitas vezes um problema silencioso, que pode levar a complicações na gravidez e abortos de repetição. Com diagnóstico e tratamento adequado, porém, uma grávida com trombofilia tem grande chance de levar uma gestação saudável adiante.

O que é trombofilia?

Trombofilia é o nome genérico para um quadro variado de disfunções que provocam aumento da coagulação sanguínea e possível formação de coágulos (trombos), que podem entupir os vasos de sangue do corpo.

Esse bloqueio de um vaso sanguíneo recebe o nome de trombose e pode representar um risco sério para a gravidez e para a saúde da própria mulher. É por isso que gestantes com algum tipo de trombofilia precisam de uma gravidez bem monitorada e cuidada.

Isso não quer dizer, contudo, que gestações com trombofilia não possam prosseguir sem problemas.

Existem exames de sangue específicos para que o médico possa investigar um diagnóstico de trombofilia, embora eles não façam parte dos testes de pré-natal de todas as mulheres.

A investigação para trombofilia é iniciada quando há antecedente pessoal ou familiar próximo de trombose, também no caso de abortos de repetição anteriores ou ainda quando acontece a perda do bebê no segundo ou no terceiro trimestre da gestação, sem explicação.

Existem dois tipos básicos de trombofilia:

Trombofilia de origem hereditária (ou seja, histórico familiar de formação de coágulos ou de outros problemas vasculares). Se você sabe que alguém da família já teve complicações relacionadas à coagulação sanguínea, não deixe de mencionar para o médico e as outras pessoas que acompanham o seu pré-natal. A investigação pode ser feita com a ajuda de um geneticista.

Trombofilia adquirida (desenvolvimento de determinadas síndromes, como a síndrome antifosfolípide ou síndrome de Hughes, problemas pelo uso de medicação/hormônios, ou doenças crônicas como o lúpus, artrite reumatoide e doença de Behçet).

Qual o tratamento para trombofilia na gravidez?

Você não só pode como deve manter um tratamento para trombofilia durante a gravidez. O tratamento depende do tipo de trombofilia que você tem, mas, de modo geral, a recomendação é uso de medicamentos e maior acompanhamento da gravidez e do crescimento do bebê no útero.

Se você ainda não frequenta um especialista da sua confiança, o primeiro passo é ir a um hematologista (médico que trata de problemas sanguíneos) e discutir o seu caso e o seu histórico.

Normalmente são receitados remédios para afinar o sangue (o mais comum é a heparina) e evitar a formação de coágulos. Às vezes doses baixas diárias de aspirina também fazem parte do tratamento, assim como corticoides.

Muitas vezes o medicamento é aplicado na forma de injeções diárias. O processo é um pouco incômodo, mas a agulha é curtinha e você vai acabar se acostumando.

No caso de remédios de alto custo, existem programas de saúde pública que fornecem os remédios. Informe-se com seu médico ou numa unidade básica de saúde.

Quais os riscos da trombofilia?

Infelizmente, trombofilia não diagnosticada, não tratada e sem acompanhamento pode levar a uma série de complicações sérias na gravidez:
Pré-eclâmpsia e eclâmpsia
Aumento da pressão arterial
Crescimento intrauterino restrito
Aborto espontâneo
Morte súbita do bebê no útero (natimorto)

Por mais que assuste saber do problema, como foi dito acima, você pode acompanhar e tratar da trombofilia, para que tanto a sua saúde como a do bebê estejam bem.
Com tratamento, são inúmeras as histórias de sucesso de mulheres que tiveram bebês saudáveis.

Posso parar o tratamento depois que o bebê nascer?

Talvez você tenha que continuar com o tratamento depois que o bebê nascer, mas com a medicação modificada. Somente o médico pode avaliar, e cada causa de trombofilia tem uma orientação diferente de remédios.

Por causa da trombofilia, alguns tipos de pílula anticoncepcional e outros métodos contraceptivos podem ser perigosos para a sua saúde, por aumentar o risco de trombose e derrame. Sempre avise seu médico sobre a trombofilia antes de adotar um método anticoncepcional baseado em hormônios.

FontesBabyCenter ; blogcarololiva  e depoisdachegadablog

 

 

 



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