Aqui começa a minha jornada, no mundo maravilhoso do sentimento de SER "Simplesmente Avó"

Arquivo do mês: julho 2019

Vovó resolveu postar agora alguns dos seus looks, pois fica daqui que nem uma babona,  então vamos aproveitar a fase dos laçarotes ❤

Fiz um vídeozinho, vamos ver?

 


Sempre é bom criança praticar algum tipo de esporte. Porque criança deve praticar esporte? Para evitar o sedentarismo e favorecer o desenvolvimento psicomotor.

Por terem que dedicar tempo ao trabalho, à vida pessoal e à tarefa de ser mãe, as mulheres deixam os filhos passarem horas em frente ao computador ou ao vídeo game. E preocupante consequência dessa situação é o sedentarismo e, logo, a obesidade infantil.

Não importa qual a modalidade, a atividade esportiva na infância é fundamental para um crescimento saudável e ainda oferece benefícios ao corpo e à mente.

Seus pais escolheram o Judô, porque você já tinha tido aula experimental na escola e gostou e alguns coleguinhas também aderiram.

Um dos fatores mais procurados no judô é a disciplina, principalmente pela modalidade ser regida por um Código Moral que visa o cumprimento e o fortalecimento da perspectiva filosófica na prática da modalidade e fazer com que os praticantes evoluam como pessoas. Esse código é baseado em oito princípios básicos.

  • Cortesia, para ser educado no trato com os outros;
  • Coragem, para enfrentar as dificuldades com bravura;
  • Honestidade, para ser verdadeiro em seus pensamentos e ações;
  • Honra, para fazer o que é certo e se manter de acordo com seus princípios;
  • Modéstia, para não agir e ou pensar de maneira egoísta;
  • Respeito, para conviver harmoniosamente com os outros;
  • Auto controle, para estar no comando de suas emoções;
  • Amizade, para ser um bom companheiro e amigo.

Os benefícios da prática do judô pelas crianças, são inúmeros:

– Desenvolvimento das habilidades motoras básicas. Uma das regras mais importantes na hora de praticar o judô é aprender a cair corretamente. Isso evitará muitas lesões durante as aulas e também fora delas.

– Favorece o desenvolvimento do aparelho motor.

– Desenvolvimento de força, coordenação, velocidade, flexibilidade e equilíbrio da criança.

– Autoconhecimento e domínio do seu próprio corpo.

– Desenvolvimento do seu poder de autocontrole.

– Estimulação do pensamento tático. A velocidade do esporte obriga a criança a tomar decisões rápidas e decisivas em diferentes situações que seu oponente a coloca, e vice-versa.

– Apesar de ser um esporte de contato, transmite e ensina muitos valores às crianças: tolerância, motivação, autoestima, educação, companheirismo, solidariedade e trabalho em equipe.

– Motivação. Quanto mais a criança se esforça para realizar os movimentos corretos e adquire disciplina e habilidades, tão importante nesse esporte, ela avança um grau, simbolizado por cores das faixas.  (fonte: guiainfantil)

Olha só!


Se desenvolvendo muito bem e cada vez mais linda, minha princesa. Você ficou viciada no “bubu” (chupeta), está toda independente querendo segurar a mamadeira sozinha e reclama quando alguém vai tomar, mas cansa não é Ciça? rsrsrs

Está numa fase ótima, começando a entender o mundo à sua volta e agora então, já no finzinho do quarto mês, que descobriu o pezinho só anda com ele na boca 😀 porque a boca é o principal instrumento do bebê para conhecer o mundo. Ela discrimina consistência, volume, texturas dos objetos, das pessoas e até das partes do corpo do bebê. Começou a virar o corpinho para o lado e até vira e desvira, roda na cama feito um piãozinho 😀 também começou a emitir os arrulhos ou balbucios. Sua mãe diz que você faz o som de uma motoca …kkk

Daqui por diante está na fase boa para mamãe ler para você. A leitura ajuda a desenvolver o ouvido para a cadência da língua — aliás, variar o tom da voz, usar sotaques ou cantar torna o laço auditivo entre a mãe e seu filho muito mais estimulante.

Algumas fotos dessa fase…

Visitinha na casa da Dinda, com meu priminho Arthur.

Visitinha na casa de tia Cadinho.

Mamãe me bota para assitir Bita, enquanto faz minhas coisinhas….

 


Pois é, aportamos nesse planeta ainda inocentes das habilidades dos humanos em superar problemas, dificuldades, inerentes ao desenvolvimento do SER. Uns com mais, outros com menos, mas ninguém escapa!

É na fase da primeira infância onde os pais se deparam com as possíveis doencinhas dos seus filhos, ainda devido a pouca imunidade que eles têm e aos órgãos estarem em desenvolvimento e adaptação ao mundo cheio das bactérias e vírus naturais, mas que geralmente não sabem lidar com os mesmos, principalmente os pais de primeira viagem, como costumamos dizer.

E você, minha netinha querida Helena, infelizmente foi pega por esse tal de vírus, que desenvolve dificuldades no trato respiratório, o que os médicos chamam “Bronquiolite”.

Foram dias de aflição e preocupação para todos nós, precisamente uma semana internada num hospital pediátrico, acompanhada dia e noite por seus pais, mas a minha fé nunca falhou e orava daqui todos os dias por sua breve recuperação. Deus é bom todos os dias, você já está ótima!

Aproveito para passar mais informações, para os que lêem o blog e tem filhos ou netos pequenos, sobre a Bronquiolite, que muitos confundem com a Bronquite.

A bronquiolite é uma infecção nos bronquíolos, ramificações dos brônquios que levam oxigênio aos pulmões. Em geral, sua causa é o vírus sincicial respiratório (VSR), que ataca principalmente crianças até os 2 anos de idade. Essa invasão propicia um excesso de muco nos tubinhos por onde o ar passa, comprometendo a captação de oxigênio. Entre os sintomas, o bebê fica com dificuldade para respirar.

Os pequenos são as vítimas preferenciais da bronquiolite, porque seu sistema imune ainda não está maduro para combater direito o agente viral. O VSR é altamente contagioso – ele é transmitido pelo ar, por toque e mesmo por objetos contaminados.

Os sintomas são muito parecidos aos da gripe: coriza, febre baixa e tosse estão entre eles, mas há também um ruído no peito. Esses podem ser minimizados com bastante repouso e ingestão de líquido.

Essa infecção, aliás, é uma das principais causas de internação entre crianças que ainda mamam. Se a bronquiolite não for tratada, pode provocar desidratação, insuficiência respiratória e evoluir para pneumonias, quando outras áreas dos pulmões são afetadas por micro-organismos.

Quando mais cedo for detectada a infecção nos bronquíolos, mais rápido e eficaz será o tratamento. Ao surgirem os primeiros sintomas, é importante levar a criança ao pediatra ou hospital. O exame físico, somado a testes complementares como raio x do tórax, confirma o diagnóstico. A hidratação e a amamentação fecham o plano de recuperação do bebê.

Adultos e crianças maiores contraem bronquite; os bebês, bronquiolite. Pelo fato de seu aparelho respiratório não estar totalmente desenvolvido.

RECOMENDAÇÕES:

Evite, ao máximo, a presença de fumantes perto da criança;

Faça com que o bebê repouse e tome bastante líquido;

Vaporizações podem aliviar os sintomas;

É indispensável o acompanhamento médico num caso de bronquiolite

Fontes: saudeabril; drauziovarela



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