Como se pode categorizar o amor? Será que se pode? Eu acho que não, simplesmente ELE explode a cada momento que nosso coração o vivencia.

Helena foi muito esperada há muito tempo, mas ela só veio quando a permissão Divina assim o determinou, porque não é como nós humanos idealizamos e nem queremos, mas conforme a programação do ALTO.

Para mim, foram momentos de ansiedade, os mesmos de quando me tornaram avó pela primeira vez, com a chegada de Arthur. Coração batendo forte e orando para tudo estar bem com a mamãe e a criancinha, que já veio ao mundo quase sem chorar, meio que sorrindo e de olhos bem espertos e abertos, como se estivesse a olhar para todos os espectadores do outro lado do vidro.

Helena, sou grata a Deus, que me permitiu vivenciar seus primeiros dias de vida, não acompanhei seu coto umbilical cair, porque você estava bem representada por sua titia do lado materno, que ajudou a cuidar de você com muito amor e carinho, mas voltei semanas depois, acompanhei, lhe ajudando da melhor maneira que pude. Sentí vc em meus braços, lhe dei banho e aliviava a sua mamãe em colocar você para dormir, arrotar, assim como cuidar das suas roupinhas etc. Acho que esses são momentos importantes, dá apoio na sua ainda fragilidade e estou muito feliz em me ser permitida essa oportunidade, porque são instantes que não voltam mais. Você agora já está ficando uma mocinha, quase com dois meses!!!

Na minha próxima ida talvez não tenhamos muito tempo juntas, pois a vovó vai cuidar da sua priminha que está chegando, mas tenho certeza que vamos desenvolver um relacionamento amoroso saudável onde quer que estejamos, até mesmo independente da presença física.

Vamos ao desfile das fotos 🙂

 

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